NÃO QUERO NAMORAR

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Se lembra de quando eu fui embora? Pois é. Eu queria que você corresse atrás de mim. Se lembra daquela vez em que disse que estava tudo bem? Eu queria que você me perguntasse só mais uma vez. Que dissesse que me conhecia, que sabia que não estava tudo bem. Se lembra de todas aquelas noites em que te ligava pra dar boa noite? Eu queria poder estar ao seu lado e dizer isso olhando nos seus olhos.


Se lembra de todas brigas em que me fiz de indiferente? Eu me importava. Até demais. Queria pedir desculpa, queria muito. Se lembra de todos nossos sorrisos? Guardo eles pros dias que a saudade aperta. Se lembra quando eu dizia que achava tal música linda? Eu queria dizer que ela era nossa música. Se lembra quando eu te abraçava forte? Eu queria ficar ali pra sempre.


Se lembra de quando eu elogiei o seu perfume? Eu queria dizer que amava quando o seu cheirinho ficava em mim. Se lembra de quando eu passava o dia sem dar notícias? Eu estava tentando não parecer tão apaixonada. Se lembra quando eu dizia que gostava muito de você? Eu queria dizer que te amava. Muito. Com todas minhas forças.


Se lembra quando eu estava a ponto de desistir de tudo? Eu só queria que você pegasse minha mão e prometesse que iria comigo até o fim. Se lembra de todas vezes em que dizia que tu era um idiota, que só me machucava? Eu queria dizer que você era o amor da minha vida. Se lembra de quando eu fui embora? Pois é. Você não veio.

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Isabela Freitas tem 25 anos, mineira, atualmente em São Paulo, mas vive mesmo no mundo da Lua. Gosta do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas. Ah, ela adora signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. Autora dos livros "Não se apega, não" e "Não se iluda, não", e você pode comprá-los aqui. Juntos eles já venderam 500.000 exemplares e até hoje eu não acredito nisso.

nao-forca-vai

Sabe porque dizer ''eu te amo'' é tão difícil? Porque na maioria das vezes é mentira. É isso mesmo. M-E-N-T-I-R-A. Ou será que você realmente acha que o carinha que te conheceu mês passado já te ama? Doce ilusão. Foi constatado que a maior parte das pessoas dizem essas 3 palavrinhas ''mágicas'' (eu diria trágicas), dizem apenas por dizer, pra satisfazer seu companheiro (eu diria iludir o companheiro, mas enfim).

As pessoas não querem a verdade, elas querem se sentir bem, amadas. Elas não querem ouvir um ''poxa eu gosto de você'', elas querem ouvir um ''eu te amo, vamos ficar juntos pra sempre! Não vivo sem você!!!''. Genteeeeeeeeeeeeeee????? Será mesmo que é melhor se iludir com uma doce mentira do que ouvir uma verdade?! Aí depois terminam o relacionamento e ficam ai chorando pelos cantos "odeio homens, são tão mentirosos!! Nos iludem, fazem promessas e no final era tudo mentira''. Querida, será mesmo que você não sabia que era mentira? Admite que você ''acreditou'' na mentirinha que ele contou só pra se sentir melhor, pra tirar onda com as amigas que o gato te amava e não vivia sem você.

As mulheres têm a péssima mania de culpar os homens por tudo. "Nossa ele é um galinha!! Pega toooodas!'' – Se ele pega todas, ele pega todas o que? Mulheres. A-HÁ! Quem são as fáceis da história?! "Nossa ele me iludiu, falou que me amava e terminou'' – Não preciso nem falar que essa gata ficava o tempo todo pedindo pro cara falar que amava ela né? Tipo, ele tava sobre pressão. Ia fazer o que? Vida ou morte! Imagina o que essa mulher faria com ele se ele dissesse que só ''curtia ela''????????? Catástrofe. DR. Lágrimas.

Então antes de culpar o sexo oposto, pense um pouquinho. É ele realmente o culpado ou é você que forçou demais?

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Isabela Freitas tem 25 anos, mineira, atualmente em São Paulo, mas vive mesmo no mundo da Lua. Gosta do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas. Ah, ela adora signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. Autora dos livros "Não se apega, não" e "Não se iluda, não", e você pode comprá-los aqui. Juntos eles já venderam 500.000 exemplares e até hoje eu não acredito nisso.

reclamar-de-tudo-por-que

A gente gosta de reclamar né. Não sei, faz parte do que somos. Reclamar que o dia tá frio. Reclamar que o dia tá quente. Reclamar que o dia não tá nada. Reclamar que estamos no tédio. Reclamar que estamos cansados. Reclamar que quer um namorado. Reclamar que o namorado pega no pé. Reclamar que a mãe é chata. Reclamar que a mãe não dá atenção. Reclamar que não aguenta mais a faculdade. Reclamar que não aguenta mais ficar à toa. Reclamar que ele não te liga, reclamar que ele te liga demais. Afinal, o que nós queremos? A verdade é que não queremos nada. Nós apenas gostamos de reclamar.


Mas você já parou pra pensar que enquanto você reclama que tá com frio, tem uma criança que mora na rua e não tem nem uma coberta pra se cobrir? Não tem nem uma mãe pra dizer que tudo vai ficar bem? Você já parou pra pensar que enquanto você reclama que tá sem dinheiro pra comprar uma bolsa nova, alguém em algum lugar do mundo não tem dinheiro pra comprar sequer um pão? Você já parou pra pensar que enquanto você reclama que sua mãe ''te enche o saco'', existe alguém que já não tem mais sua mãe? Você já parou pra pensar que enquanto você reclama que não aguenta mais seu namorado, existe alguém que nunca escutou um ''eu te amo''?


O mundo é egoísta. Não pode, tá errado, tá feio. A gente não pode reclamar das nossas vidas quase perfeitas enquanto temos pessoas vivendo vidas miseráveis por aí. Enquanto temos pessoas vivendo semi vidas por aí. 


Então antes de reclamar, pare e pense ''será mesmo que eu tenho motivos pra isso?''. E nos poupe do drama, vai.

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Isabela Freitas tem 25 anos, mineira, atualmente em São Paulo, mas vive mesmo no mundo da Lua. Gosta do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas. Ah, ela adora signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. Autora dos livros "Não se apega, não" e "Não se iluda, não", e você pode comprá-los aqui. Juntos eles já venderam 500.000 exemplares e até hoje eu não acredito nisso.