CATEGORIA: Banheiro Feminino

Banheiro Feminino: Mulher também é escrota?

Banheiro Feminino é uma coluna onde seis mulheres experientes (Oi?!) dão suas opiniões (nada certas) sobre coisas da vida. Se você é daqueles que gosta de fofocar no banheiro, vem ler e fofocar com a gente.

Conheça as participantes:

Isabela Freitas: Escrevi um livro sobre não se apegar, se apegaram. Escrevi um livro sobre não se iludir, se iludiram. Acho que agora vou escrever um livro sobre ser trouxa, pra gente parar de ser trouxa. Que tal? Moro um pouco em Juiz de Fora, um pouco em Presidente Prudente, e um pouco no aeroporto. Tenho 24 anos, mentalidade de 17, e sou uma eterna apaixonada pela vida.
Carol Monteforte: Podem me chamar de Carol, só pra eu me sentir mais em casa. 21 anos, virginiana, nada normal, com um coração enorme, pseudo-engenheira (que só é exata na parte da faculdade, porque na parte sentimental…), tentativa de blogueira, intensa demais, sincera demais, romântica demais, conselheira demais, individualista demais, amiga demais, sonhadora demais só que incrivelmente realista (por mais irônico que pareça), viciada em snaps, em fotos, em sorrisos, em flores, em pessoas, em palavras, mas principalmente em atitudes.
Anna Schmidt: tem 20 anos, é carioca, estudante de direito, metida a escritora (http://annaluizaschmidt.blogspot.com) nas horas vagas e Fluminense de carteirinha. Envolvida por 36 séries de TV, pelo twitter (http://twitter.com/annasschmidt_), por música de todos os tipos, livros em todas as suas formas, por filmes sci-fi e pelo Rio. Impulsiva, confusa, piadista em horas inapropriadas, frequentadora oficial da noite carioca, apaixonada por tudo e por nada e pra resumir: libriana na essência da palavra.
Carol Redlich: 25 anos. Gaúcha, contadora, pós graduanda e de quebra técnica em enfermagem com o jaleco já aposentado. Teimosa de doer e de personalidade forte, não é a toa que carrego o sangue alemão. Faço jus a ele. Amo demais o meu trabalho, livros, gatos, música rock e indie, viajar, whisky, vinho e churrasco do meu papis. Ah, e defendo o ideal da mulher independente e o completo poder de escolha sobre todos os aspectos da sua vida. Polêmica.
Julie Cordeiro: odeio quando pronunciam meu nome errado. Tenho 19 anos, sou mineira, curso Administração e quero passar a minha vida administrando minhas viagens pelo mundo. Sou apaixonada por livros, pessoas bem humoradas e dormir. Consigo me expressar melhor na escrita do que na fala. Mudo de opinião constantemente, mas não permito que isso me torne influenciável. Sou o que costumo chamar de pessoas "bagunças", ninguém me entende e muito menos eu.
Nathalie Caroline: 18 anos, carioca e amante de sorvete de pistache. Faladeira, baladeira, bagunceira e todas as "eiras" que vocês conhecerem. É super amiga da Beyonce, já foi à Lua, teve um caso com o Ryan Gosling e às vezes é um pouco sonhadora demais. É sagitariana com ascendente em áries com muito orgulho, com muito amor.

1- Qual foi a atitude mais escrota que você já fez em relação a relacionamentos?

Isabela Freitas: Hoje em dia acredito que a maior escrotice que eu faço é "terminar do nada" e sempre por mensagem ou ligação. Acontece que antes de terminar um relacionamento eu já "terminei" ele há tempos na minha cabeça. Então a pessoa fica surpresa, mas eu já tava maquinando aquilo, entende?. E quanto a não conseguir terminar pessoalmente, cara, é o meu jeito. Sou emotiva, sei lá... Não sei machucar as pessoas olhando nos olhos delas. =/ Meio covarde, eu sei. Mas de antigamente? Vixe. Posso citar inúmeras escrotices: namorar dois ao mesmo tempo, ficar com um cara alternativo na frente dos amigos do meu namorado e mandar eles contarem pra ele, ir pra cidade do meu namorado sem contar pra ele que eu tava lá e ficar me escondendo, me esconder no dia dos namorados pra não encontrar com o cara, já criei provas pra me fazer de vítima de uma traição só pra poder sair do relacionamento como a vítima, enfim. Eu era atriz da novela das 9 quando era adolescente, falar que ia dormir numa quarta feira e ir pra balada (MEU DEUS ESSA MENTIRA ME CONSUMIU ATE HOJE, OBRIGADA DEUS POR ESSA OPORTUNIDADE DE EXTRAVASA-LA). Hoje em dia se minto, como fiz nesse dia da balada (ressaltando que não fiz na-da na balada, apenas dancei mesmo), eu fico me corroendo. Aproveitem a adolescência pra mentir, porque a gente vira adulto e fica responsável, fofo, fiel, um monte de coisa linda que hoje me orgulho em ser <3
Carol Monteforte: resumo minha filha da putisse em: 'MINHAS DESILUSÕES AMOROSAS ME TRANSFORMARAM NUM MONSTRO... Ou melhor NUM HOMEM' hahaha eu tinha tido duas desilusões amorosas pesadas, as duas eu já contei pra vocês: 1- meu príncipe com a minha prima vaca e 2- meu amor que foi pra Califórnia mas que hoje é meu amigo. A gota d'Água foi quando essa minha última desilusão viajou e foi morar 1 ano fora, confesso que tive um leve surto e comecei a agir que nem homem: montei um rebanho. Consegui manter 3 caras ao mesmo tempo e descartava-os quando via que eles estavam querendo algo mais sério. ME JULGUEM! Cheguei a estar no mesmo ambiente com os 3 caras sem que um soubesse do outro e digo para vocês : COMO É DIFÍCIL SER FDP!
Anna Schmidt: Nossa, tem tanta coisa... Mas acho que a pior de todas foi ficar com dois melhores amigos ao mesmo tempo. Passei por essa experiência tenebrosa quando eu era mais nova. Foi um inferno. Eu era completamente apaixonada por um deles e gostava muito do outro cara, então quando o meu carinha era babaca comigo, me maltratava e etc, eu fugia pro outro, que era um doce, romântico, carinhoso. Acho que nunca fiz uma coisa assim tão intensa e ferrada como essa de novo. Foi punk até pra fugir da situação. Hoje em dia o clima fica horrível sempre que encontro com o tal romanticozinho, o babaca que eu curtia, ri da situação, mas na época... Quando um descobriu do outro... Nossa. Me senti a Angel com um RajGrey de um lado e um GuiMaravilha do outro, a diferença é que eu queria matar os dois e dar pros peixes de sobremesa. Desejo isso pra ninguém!
Carol Redlich: Este que vou comentar não é algo - NOSSA, QUE ESCROTA MATHERFUCKER VOCÊ É - mas foi um divisor de águas no envolvimento amoroso que eu estava e me marcou muito como algo muito babaca pelo lado sentimental. Depois de uma tarde de discussão, o rapaz finalizou dizendo que nos amávamos muito e isto era o mais importante. Naquele momento eu senti vontade de vomitar e minha língua coçou para dizer: Nhéé, acho que não é para tanto. Literalmente ouvi o PLIN da ficha caindo de que "não baby, não te amo mais". Óbvio que não falei isto, muito ao contrario, concordei com tudo igual manda o figurino da escrotice. Mas eu entendi o recado sentimental daquela situação e pouco tempo depois não estávamos mais juntos.
Julie Cordeiro: Beijar outro na frente do ex só para fazer ciúme, quem nunca né mesmo?Bloquear nas redes sociais, virar a cara ao ver o outro. Todas essas coisas atitudes babaquinhas eu já fiz. Mas sem dúvida a coisa mais escrota que já fiz foi trair a confiança de uma das melhores pessoas que conheço. Não estava completamente errada na história, porém falhei na missão de como-ser-uma-pessoa-boa. Falava uma coisa e fazia outra e depois decidi ficar com uma pessoa apenas para ATINGIR a outra. Eu cheguei tão fundo no poço da babaquice que tenho vergonha de falar, me arrependo horrores. Olho para trás e só consigo pensar NÃO PODE SER QUE EU FIZ ISSO! A Julie do passado é sem dúvida a pior versão de mim.
Nathália Caroline: Foi entrar em um. Brincadeira hehe. Cara, já fiz bastante coisa escrota... já peguei o amigo do ex mozão na frente dele, já saí com um carinha só pra ele pagar o coisas pra mim (eu tinha 15 anos, acho importante ressaltar rs), já sumi da vida da pessoa (bloqueei em redes sociais, celular, etc., sem avisar, de um dia para o outro) só porque eu não sabia como dar um fim no relacionamento, já lancei o famoso "Claro que você é o único que eu saio", sendo que eu estava aplicando a "Teoria da Branca de Neve" na minha vida, entre 1000 outras coisas, mas acho que nenhuma supera a que eu vou falar agora: vocês tão ligados na Summer de "500 Dias com Ela" e o jeito que ela se relacionou com o Tom? Ficou sério com uma pessoa, sem estar envolvida? Então, acho que essa foi a pior. É muito injusto tu usar a pessoa e os sentimentos dela, só porque você não quer ficar sozinha ou coisas desse naipe. Mas se a vida fosse justa, ela não se chamaria "vida", não é mesmo?

2- Depois de ser uma babaca, você se arrepende?

Isabela Freitas: Antigamente, não. Eu era babaca e ainda saía rindo da situação. Hoje em dia fico extremamente chateada comigo mesma. O lance da balada por exemplo, foi com meu ex-ex-namorado. Eu nunca traí ele, nunca nem pensei em fazer nada que o desrespeitasse. Mas ele era muito ciumento, estávamos brigando sem fim, eu tava triste, e eu não podia sair pra dançar tipo com amigos se quisesse. Então eu fui sem avisar, fiquei de boa a noite toda, e menti. Mas cara... Como isso me corroeu durante o resto do relacionamento. Vai entender, né?
Carol Monteforte: Hoje eu penso inúmeras vezes antes de aprontar com alguém. Passei esse ano pelo o que, provavelmente, os caras que eu fui fdp passaram e foi terrível. Claro que quando o cara merece é super válido ser fdp, mas causar com pessoas 'inocentes' tem consequências e usar o 'foda-se tudo, vou agir como homem' para deixar de se magoar nem sempre é a melhor opção.
Anna Schmidt : Cara, depende. Na época dos rolinhos de escola, por exemplo, eu era muito nova, fazia parte do que eu precisava passar pra amadurecer! Já acabei confundindo alguns sentimentos e magoando outros caras no decorrer da vida (como o lance desses dois amigos), aí sim, fico super sentida porque eu penso "maldito signo de Libra, se eu não fosse tão carente, mimimi, nada disso teria acontecido", mas sempre tem aquele babaca que merece que a gente pise e pise com salto fino 30cm, né? Esses aí eu sentia um prazer absurdo em sacanear. Quem nunca usou e abusou de um bad boy que atire a primeira pedra... (aceito rúbis, esmeraldas, diamantes também, muito grata.)
Carol Redlich: Então, do eu te amo meio que a força pela situação, sim. Eu sempre excomunguei, crucifiquei, desejei o mármore do inferno para quem diz estas três palavrinhas tão inocentes porém que fazem aquele estrago sem de fato senti-las. Me ver nesta situação, cuspindo um "eu te amo" só para não ficar em más lençóis não é algo que me orgulhe. A-g-o-r-a, outros regues que fiz, sendo bem verdadeira mesmo, na sinceridade, NÃO. Nossa Carol, como você é escrota - sou mesmo e tenho raiva de gente meiga feat bocó que engole tudo. Já fui dessas e acredite, seja escrota quando necessário. Nem que seja ignorando a pessoa por mil anos ou não atendendo suas ligações. Ser escrota para aprenderem a não te fazer de gato e sapato é libertador :D
Julie Cordeiro: Posso ser bem sincera? Depende! Depende MUITO. Quando faço algo por impulso eu me arrependo sempre e tenho aquelas ressacas morais com as piores crises existências. Fico me martirizando durante dias, semanas e se bobear até meses. Quando sou uma completa babaca gratuita eu me arrependo, porém quando sou babaca por um motivo eu não me arrependo não. Não acho que devemos pagar a maldade na mesma moeda, mas ver alguém que tanto me magoou e me chorar sofrendo um pouco faz bem pro ego. É um pensamento babaquinha? É sim, mas não me arrependo. Desculpa mundo, mas não sou tão boa assim.
Nathália Caroline: Sim. Não muito. Mais ou menos. Não. Acho que sim. Não sei. Parece que eu to brincando, mas é exatamente assim que eu me sinto, depois de ter feito uma cagada com alguém. Por um lado, eu penso que a gente vem nesse mundo pra evoluir, pra ser uma pessoa melhor, que se você agir de tal maneira, você vai se igualar às pessoas que você critica, penso em tudo de bom que a pessoa me fez e aí bate a bad. Mas por outro lado, o capeta baixa em mim e eu penso "to nem aí, tem mais é que se ferrar mesmo, quem ele pensa que é pra me tratar assim???? Eu fiz é pouuuuuco, quero ver ele implorar perdão pra mim!! Chora, mas chora mesmo, chora mais que tá pouco.". E saio desfilando pela casa que nem a Angel no último capítulo de "Verdades Secretas". Tudo o que eu tenho a declarar é: perdoa minha Lua e meu ascendente em Áries e não desiste de mim, gato.

3- Conta uma história em relação ao tema, ou deixe um conselho!

Isabela Freitas: O meu conselho é que a gente não deve machucar as pessoas para satisfazer nossos caprichos, como eu já fiz. Demorei a aprender que não se machuca alguém, e vira as costas como se isso sequer tivesse acontecido. Temos que ter sentimentos, empatia, amor ao próximo, mesmo que nem exista mais amor. Se você quer trair, termina. Se você sente necessidade de mentir, repense o que está errado. Se você sente vontade de machucar, machuque a si mesmo, não ao outro. E o mais importante, as pessoas podem sim mudar. Eu mudei, mesmo que algumas pessoas não acreditem, mas o mais importante não é o mundo todo saber que você mudou, é você olhar para dentro de si e sentir orgulho do que você se tornou.
Carol Monteforte: vou contar pra vocês o que me fez não ser mais fdp. No começo do ano conheci um amigo do meu melhor amigo e começamos a sair. Até aí ok, eu estava apenas curtindo e esperava que o boy também estivesse, só que ele começou a falar de levar o nosso lance mais a sério, começou a perguntar se eu estava pronta pra largar a vida de solteira e ficar com ele (foge que é cilada, bino) e isso me deixou meio assustada. Perguntei para alguns amigos nossos em comum e todos falaram que ele não era fdp, que eu podia deixar as coisas caminharem e foi justamente o que eu fiz. Só que o que ninguém esperava aconteceu: ele mantinha dois relacionamentos! SIM! DUAS! EU E MAIS UMA! COMO PODE ? Só que eu só percebi isso quando já estava apaixonada pelo fdp, que estava fazendo justamente o que eu já havia feito no passado com caras inocentes. Isso durou doentios 5 meses e nesse meio tempo ele chegou a JURAR, JURAR! que não estava mais com ela, que era pra gente tentar ficar junto, que ele gostava realmente de mim (ele gritou isso no meio do fumódromo de uma balada), que tinha ciúmes dos nossos amigos, que a novinha (a outra era menor de idade, bjs enquanto o boy tem 24 #olhaapedofiliaaigente) não servia pra ele e que eu sim, conheci a mãe dele e tudo, mas ele sempre cagava na segunda feira e voltava com ela. Mas finalmente eu me livrei dessa praga e hoje sou mais eu, bjs no ombro de novo ! Exagero a parte, hoje eu me livrei dele sim, me sinto bem melhor e sei as consequências de brincar com os sentimentos das pessoas e aprendi que ser fdp só é válido com quem merece.
Anna Schmidt: 0 histórias pra contar, mas tenho um conselho pra dar: sejam babacas quando o mundo der a oportunidade. Não falo isso pra fazer gracinha, digo isso porque toda menina merece um carinha que mova montanhas por ela e não há mal nenhum em curtir alguém que é apaixonado por você. Não vale usar as pessoas, mas na boa? Tirar uma casquinha daquele príncipe encantado que não é tecnicamente o seu, mas que tá ali, dando bobeira do lado da carruagem, não é nada demais! Faz bem pra alma, aquece o corpo e alivia o coração das mágoas passadas... Vai que você se apaixona? Eu que o diga...
Carol Redlich: Entre perdidos em festas e coisas do tipo, a maior escrotice que eu fiz na verdade foi no fim de um relacionamento antigo. Faz muitos anos. A coisa já estava de mal a pior então nas férias do fulaninho disse a ele para aproveitar beeeeeem a viagem - com sangue nos olhos do tipo "você não sabe o que te espera filha da puta". A situação para ele: viajou achando que estava tudo bem e que quando voltasse tudo seria resolvido (acredito eu) . A situação pra mim: baixou um exu revoltado em minha pessoa e mal defunto esfriou eu estava caindo de cabeça na gandaia livre, leve, solta e solteira. A realidade: Eu considerei toda a treta como um término e cai na bagaceira, já ele não. Eu acabei por ficando com um rapaz neste período pouco me importando com toda a nossa história e blá blá blá (escrota ON). Estava de saco cheio mesmo e mandei tudo a merda. Resumindo: ele diz que o trai, o que eu não considero - afinal - chifre trocado não dói. Só dei a ele o gostinho de um sapo dos vários que engoli durante todo nosso envolvimento. Por fim, eu fiquei muito de boa com tudo (nada de guardar rancor e etc ), apenas eliminei todo este circulo de pessoas e situações que não estavam me fazendo bem. Fui escrota especificamente, fui. Mas foi a melhor decisão que fiz apesar da "filhadaputagem" que tem no meio, tirei um peso imenso das costas e segui minha vida.
Nathália Caroline: Gente, todo mundo precisa ser e ter um babaca, pelo menos uma vez na vida. É com o cafajeste que você aprende a ter a melhor pegada; que não se deve confiar em meia dúzia de palavras; que não adianta dar o mundo pra pessoa, porque se ela não estiver afim de compromisso/cativada por você, nada vai mudar isso; que a melhor maneira de lidar com um coração partido é entrar na fossa, sim, mas quando sair, não voltar mais; resumindo, você amadurece. E quando você é o cafa, você aprende a respeitar o sentimento das pessoas; que ninguém é cego/trouxa pra sempre; que é muito gostoso ter a situação sobre seu controle e o porquê de todo mundo gostar de ter/ser um cafa, etc. O problema não é ser canalha, inclusive, sou! Caô hehe. O problema é quando o nível de canalhice do casal, não é compatível.

E vocês? Qual a maior escrotice que já fizeram num relacionamento? E o que acham disso tudo? Vamos fofocar nos comentários :)

Escrito por Isabela Freitas

Isabela Freitas tem 25 anos, mineira, atualmente em São Paulo, mas vive mesmo no mundo da Lua. Gosta do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas. Ah, ela adora signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. Autora dos livros "Não se apega, não" e "Não se iluda, não", e você pode comprá-los aqui. Juntos eles já venderam 500.000 exemplares e até hoje eu não acredito nisso.

Banheiro Feminino: Redes sociais influenciam?

Banheiro Feminino é uma coluna onde seis mulheres experientes (Oi?!) dão suas opiniões (nada certas) sobre coisas da vida. Se você é daqueles que gosta de fofocar no banheiro, vem ler e fofocar com a gente.

Conheça as participantes:

ISABELA FREITAS: Se você tá aqui no meu blog e ainda não sabe que eu gosto do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas, tá no lugar errado. Ah, eu adoro signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. 24 anos, mora em Juiz de Fora, mas vive mesmo no mundo da Lua. Se você tá aqui no meu blog e ainda não sabe que eu gosto do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas, tá no lugar errado. Ah, eu adoro signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. 24 anos, mora em Juiz de Fora, mas vive mesmo no mundo da Lua.
CAROLINE MONTEFORTE: Podem me chamar de Carol, só pra eu me sentir mais em casa. 21 anos, virginiana, nada normal, com um coração enorme, pseudo-engenheira (que só é exata na parte da faculdade, porque na parte sentimental…), tentativa de blogueira, intensa demais, sincera demais, romântica demais, conselheira demais, individualista demais, amiga demais, sonhadora demais só que incrivelmente realista (por mais irônico que pareça), viciada em snaps, em fotos, em sorrisos, em flores, em pessoas, em palavras, mas principalmente em atitudes.
ANNA SCHMIDT: tem 20 anos, é carioca, estudante de direito, metida a escritora (http://annaluizaschmidt.blogspot.com) nas horas vagas e Fluminense de carteirinha. Envolvida por 36 séries de TV, pelo twitter (http://twitter.com/annasschmidt_), por música de todos os tipos, livros em todas as suas formas, por filmes sci-fi e pelo Rio. Impulsiva, confusa, piadista em horas inapropriadas, frequentadora oficial da noite carioca, apaixonada por tudo e por nada e pra resumir: libriana na essência da palavra.
CAROLINE REDLICH: 25 anos. Gaúcha, contadora, pós graduanda e de quebra técnica em enfermagem com o jaleco já aposentado. Teimosa de doer e de personalidade forte, não é a toa que carrego o sangue alemão. Faço jus a ele. Amo demais o meu trabalho, livros, gatos, música rock e indie, viajar, whisky, vinho e churrasco do meu papis. Ah, e defendo o ideal da mulher independente e o completo poder de escolha sobre todos os aspectos da sua vida. Polêmica.
JULIE CORDEIRO: odeio quando pronunciam meu nome errado. Tenho 19 anos, sou mineira, curso Administração e quero passar a minha vida administrando minhas viagens pelo mundo. Sou apaixonada por livros, pessoas bem humoradas e dormir. Consigo me expressar melhor na escrita do que na fala. Mudo de opinião constantemente, mas não permito que isso me torne influenciável. Sou o que costumo chamar de pessoas "bagunças", ninguém me entende e muito menos eu.
NATHÁLIA CAROLINE: 18 anos, carioca e amante de sorvete de pistache. Faladeira, baladeira, bagunceira e todas as "eiras" que vocês conhecerem. É super amiga da Beyonce, já foi à Lua, teve um caso com o Ryan Gosling e às vezes é um pouco sonhadora demais. É sagitariana com ascendente em áries com muito orgulho, com muito amor.

1- O que mais te incomoda no comportamento das pessoas em redes sociais?

ISABELA FREITAS: O que mais me incomoda são pessoas que querem limitar o comportamento das outras pessoas. Mas como ninguém é de ferro, e eu vim aqui pra criticar: odeio homem que tira foto sem camisa em frente ao espelho, e mulher que posta foto da bunda com legenda de Salmos. Desculpa, não consegui.
CAROLINE MONTEFORTE: Eu acho incrível como as pessoas são completamente corajosas quando estão de frente pra um teclado, acham que são os donos da razão e podem falar de tudo, só que elas não têm a mínima ideia de que palavras machucam mais do que uma própria agressão física. Por mais livre que sejam as redes sociais, as vezes falta um certo bom senso no que postar.
ANNA SCHMIDT: Eu. não. suporto. gente que reclama de tudo o dia todo. Sério! Nada é mais chato do que você ler 120 tweets do mesmo ser humano sobre como a vida dela tá uma droga, horrorosa e como ela tá num buraco sem cordinha pra subir até a saída. Também não gosto de gente que usa pra compartilhar coisa de Deus, nada contra, eu tenho as minhas crenças e tal, mas cara, sério? Principalmente quando você sabe do comportamento dessa pessoa no mundo real, é tipo "Hello, querida, você acha que falar sobre Jesus vai apagar os dez caras que você pegou na night ontem?", mas como eu sou libriana, super cheia de classe, me recolho à minha insignificância e me contento com o "Unfollow". É aquilo, né? Todo mundo tá livre pra falar sobre o que quiser, bobo é quem fica seguindo pra não ser indelicada, dou unfollow mesmo porque se tem uma coisa que eu não sou, essa coisa é obrigada.
CAROLINE REDLICH: Bah, com certeza é o sentimento de impunidade dentro das redes sociais e por causa disto escrevem merda a rodo pensando que está tudo bem. Bem é o caralho. Surgiu na internet de uns quatro, cinco anos para cá uma espécie de projetos de demônios que NADA TA BOM, tudo é motivo de ódio gratuito em forma de comentários, tudo é razão para alfinetar no instagram, ser indelicado no twitter, expor ideias preconceituosas e extremistas no facebook; ou seja, ser um bosta na internet ao ponto de você revirar os olhos só de ver na atualização da sua página o nome da criatura. Geral estão confundindo liberdade de expressão com escrotice. Não seja babaca na internet. Compartilhem amor e coisas boas.
JULIE CORDEIRO: INDIRETAS!! CORRENTES!! FOTO DE DESGRAÇA ALHEIA! Muita coisa me incomoda no comportamento das pessoas em redes sociais, Vejo tanto escrotice que dá vontade de mandar inbox ou comentar "Você faz esforço para ser tão boçal ou é natural?". Mas existe uma opção chamada block que é muito amor. Não gosto do que fulano faz, vou lá e bloqueio/excluo/paro de seguir e pronto agora nada pode me abalar hahahahha
NATHÁLIA CAROLINE: Cara, eu acho que depende mais de como eu acordei no dia, do que da atitude das pessoas, em si. Hoje, por exemplo, acordei toda desalinhada, então, o "Bom dia, faces" vai me incomodar, o textão falando sobre coisas politicamente incorretas, os caras comentando "Linda :p" nas fotos das inimigas, os "sdv" no Instagram e várias outras coisas, vão me fazer ter vontade de jogar o celular na parede. Mas geralmente eu to de boa, então, tirando os mimimi nos posts polêmicos e os textões, nada me incomoda muito. Vocês qualquer coisa é noOoOoOossa.

2- A rede social do cara é relevante na hora de você decidir se investe ou não?

ISABELA FREITAS: Ah, é pra ser sincera? PRA CARALHO. Se o cara tem mais de 1000 amigos, já acho excroto. Se tira foto sem camisa, já vomito. Se tem foto abraçado com um monte de mulher com combo de vodka na mesa, já atravesso a rua. Se usa Abercrombie, já corro. Se curte foto de mulher desesperadamente no instagram, já dou unfollow. Percebam que não sou nada fácil.
CAROLINE MONTEFORTE: GATO, SE VOCÊ 3SCR3V3 T1P0 4SS1M, NÓS NÃO TEREMOS NENHUM TIPO DE FUTURO JUNTOS ! E sim, eu tenho problemas com erros de português, principalmente quando expostos em redes sociais, ah e 'tu serás julgado pelas fotos de raparigas que curtis' HAHAHA brincadeira... não acho que as redes sociais devem ser levadas como forma de definir a personalidade e o caráter de uma pessoa, mas elas podem te ajudar a prever o quão tediosa pode ser sair com essa pessoa hahaha O cara ter vários comentários de mulheres em suas fotos, várias 'amigas' no facebook e etc não me fazem desistir dele, mas se os comentários continuarem quando estivermos juntos, ai eu começo a rever certos conceitos
ANNA SCHMIDT: Sim, mucho. Não porque eu quero que ele seja popular ou descolado, mas quero saber se ele é aquele tipinho chato que comenta todos os tweets das mulheres que segue, principalmente se ele faz aquela pose de galã sem vergonha que abre espaço pra tudo que é galinha ciscar no milho dele. Pra mim não funciona assim. O cara pode ser simpático, pode ser descolado, mas tem que saber que se tá comigo, a simpatia tem que ser BEM diferente da conversinha fiada. Rede social é tudo quando você quer desabafar, mas também é suficiente pra destruir relacionamento hoje em dia... Então calma lá, o navio é grande, mas Titanic também afunda. Tem que saber a hora de parar e começar a vigiar o que anda rolando... Principalmente quando o lance já é sério.
CAROLINE REDLICH: Sim. Pessoas dirão que eu sou superficial, HAHAHAHA. Não é isto galera, é mais no sentido de que é na internet que a pessoa se mostra verdadeiramente. É aqui que ela escracha tudo que a de melhor ou pior nela. Pergunta: mas se a pessoa não é flor que se cheire por que ela se auto sabota nas redes sociais? Porque é um acéfala. Em algum momento ela postou, compartilhou, reproduziu – resumindo – fez cagada na internet e meu amor, se esta na internet é para todo o sempre. É ali que se descobre que a pessoa é preconceituosa, machista, psicopata ou só um tapado que curte fotos de mulheres seminuas para todo mundo vê.
JULIE CORDEIRO: Comecei a responder essa pergunta umas 15 vezes e ainda não cheguei a um consenso. É relevante, porém não é o fator determinante.
NATHÁLIA CAROLINE: For sureeee. Parceiro, se um cara é arroz nas redes sociais, imagina no mundo real???? Não dá. Sem contar que, pelos posts do cara, dá pra ter uma ideia das opiniões dele, de como ele encara o mundo, se vocês tem coisa em comum, etc. Convenhamos, se não fosse relevante, a gente não ia stalkear o perfil do cara e saber o que ele achou do evento do Bonde da Stronda em 2007, né...

Gostaram do novo formato do Banheiro Feminino apenas com duas perguntas? Acho que assim fica mais legal de ler e interagir, né? E vocês o que acham do tema? Vamos fofocar nos comentários!

Escrito por Isabela Freitas

Isabela Freitas tem 25 anos, mineira, atualmente em São Paulo, mas vive mesmo no mundo da Lua. Gosta do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas. Ah, ela adora signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. Autora dos livros "Não se apega, não" e "Não se iluda, não", e você pode comprá-los aqui. Juntos eles já venderam 500.000 exemplares e até hoje eu não acredito nisso.

Banheiro Feminino: A família do namorado

Oi, gente! Quanto tempo não temos Banheiro Feminino por aqui, né? Digamos que nossas meninas e meninos tiraram umas férias... Mas já estão de volta. O tema de hoje é pra ser engraçado, polêmico, e um pouco revelador. HEHEHE. Vamos falar da família do namorado/ficante/rolinho, enfim, a família da pessoa amada/desejada/querida. Porque sinceramente, isso rende booooas histórias. Quem aí está animado pra ler? Vem com a gente!

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Conheça as participantes:

E2QU9jK-Isabela Freitas Se você tá aqui no meu blog e ainda não sabe que eu gosto do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas, tá no lugar errado. Ah, eu adoro signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. 24 anos, mora em Juiz de Fora, mas vive mesmo no mundo da Lua. Siga no twitter/Assine no Facebook/Siga no Instagram isabelaafreitas

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Podem me chamar de Carol, só pra eu me sentir mais em casa. 21 anos, virginiana, nada normal, com um coração enorme, pseudo-engenheira (que só é exata na parte da faculdade, porque na parte sentimental…), tentativa de blogueira, intensa demais, sincera demais, romântica demais, conselheira demais, individualista demais, amiga demais, sonhadora demais só que incrivelmente realista (por mais irônico que pareça), viciada em snaps, em fotos, em sorrisos, em flores, em pessoas, em palavras, mas principalmente em atitudes. Leia o blog/ Siga no twitter/Facebook/Snap: camonteforte/ Instagram: @camonteforte

image (1)Anna Schmidt tem 20 anos, é carioca, estudante de direito, metida a escritora (http://annaluizaschmidt.blogspot.com) nas horas vagas e Fluminense de carteirinha. Envolvida por 36 séries de TV, pelo twitter (http://twitter.com/annasschmidt_), por música de todos os tipos, livros em todas as suas formas, por filmes sci-fi e pelo Rio. Impulsiva, confusa, piadista em horas inapropriadas, frequentadora oficial da noite carioca, apaixonada por tudo e por nada e pra resumir: libriana na essência da palavra. Siga no instagram: annaluizaschmidt/ Snap: annasschmidt

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich 25 anos. Gaúcha, contadora, pós graduanda e de quebra técnica em enfermagem com o jaleco já aposentado. Teimosa de doer e de personalidade forte, não é a toa que carrego o sangue alemão. Faço jus a ele. Amo demais o meu trabalho, livros, gatos, música rock e indie, viajar, whisky, vinho e churrasco do meu papis. Ah, e defendo o ideal da mulher independente e o completo poder de escolha sobre todos os aspectos da sua vida. Polêmica. Siga no instagram: cbredlich/ Twitter/ Leia o blog/ Facebook

julieJulie Cordeiro, odeio quando pronunciam meu nome errado. Tenho 19 anos, sou mineira, curso Administração e quero passar a minha vida administrando minhas viagens pelo mundo. Sou apaixonada por livros, pessoas bem humoradas e dormir. Consigo me expressar melhor na escrita do que na fala. Mudo de opinião constantemente, mas não permito que isso me torne influenciável. Sou o que costumo chamar de pessoas "bagunças", ninguém me entende e muito menos eu. Siga no Twitter/ Leia o blog/ Instagram: julieecordeiro/ Facebook

125Nathália Caroline, 18 anos, carioca e amante de sorvete de pistache. Faladeira, baladeira, bagunceira e todas as "eiras" que vocês conhecerem. É super amiga da Beyonce, já foi à Lua, teve um caso com o Ryan Gosling e às vezes é um pouco sonhadora demais. É sagitariana com ascendente em áries com muito orgulho, com muito amor. Siga no snap: nathcarol/ Twitter/ Instagram: nathcaroles/ Facebook

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1- Você sempre teve relações boas com sogras e família do namorado?

E2QU9jK-Isabela Freitas Sempre tive. Até aparecer uma louca que atormentou minha vida por um bom tempo. Foi assim, eu entrei na casa dela, respirei, e ela já me odiou. O santo não bateu MESMO. Depois de uns meses com esse meu namorado, um dia do nada ela me tirou de dentro do banho e expulsou eu e filho dela da casa dela. Foi tipo, OI?! Ficamos por um bom tempo sem conversar, o filho dela pegou meu lado na história, mas depois de uns meses ela me pediu desculpa e ficamos "amigas". Sabe, isso me chateava muito, porque eu nunca tive problemas com família de namorado nenhum, todas sempre gostaram muito de mim. E essa mulher fez da minha vida um inferninho. Mas o perdão é a melhor coisa que existe, e eu a perdoei e seguimos em frente.

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Meninas, não sei se já contei isso pra vocês, mas namorar, namorar, namorar sério, tipo de colocar no facebook, comprar aliança e fazer declaração naqueles carros que tocam música parecida com a de carro de gás e com um locutor de liquidação das casas bahia, eu nunca namorei (coloquei esses dias que tava namorando no facebook mas foi só pra causar polêmica no dia dos namorados, bjs), mas já conheci a família de vários caras que eu estava ficando (não ao mesmo tempo, né?! Pelo menos não que eu vá assumir isso aqui, vai que causa intriga...mentira). Nunca tive problema com nenhuma delas, muitas das mães preferiam a mim do que aos filhos e quando deixávamos de ficar, elas se revoltavam contra eles hahaha #bjsprasimpatia mas nem sempre é facil, principalmente quando o cara era o 'filhinho da mamãe' (momento sono e tédio do dia).

image (1)Anna Schmidt Olha, nem sempre... Já namorei um cara que tinha uma mãe que MEU DEUS DO CÉU. A mulher era uma megera! Era daquelas que era só sorrisos e amores na frente, mas quando virava as costas, a princesa se transformava em vilã e metralhava todo mundo com críticas e frases pretensiosas. Acho que a maior sorte que tive na vida foi a de ter terminado com o cara uma semana depois de começar! Imagina se eu ia conseguir conviver com uma família assim? (Mentira, além da sogra-dragão, ele também era um completo babaca).

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Primeiro queria expor que eu estava com uma PUTA SAUDADE DE VOCÊS (êêêêê)! Vamos lá: Se “relações boas” para você é ser cumprimentada sempre que chega na casa e ser convidada para almoços e jantares, então SIM. Acontece que ser recebida com educação é o mínimo que as pessoas fazem e isto não quer dizer necessariamente, com sorriso no rosto, o que elas acham de você. Aparentemente eu fiz a minha lição de casa e sai em paz com todos meus (ex) sogros e (ex) sogras. Sou para casar ;)

julieJulie Cordeiro, Conheçam agora a menina que nunca teve sogra: EUZINHA!!!!!Sortuda? Que nada, gente. Acontece que meu pai me proibia de namorar e quando me achei madura o suficiente para ter um relacionamento não me apaixonei por ninguém. Eu não me preocupo com isso, sei que um dia o amor irá passar por mim e será lindo o nosso encontro. Torçam por mim!

125Nathália Caroline Então, como eu só tive um namorado, eu só tive uma experiência com esse tipo de situação e não posso reclamar nem um tico. A família do cara sempre foi de boas comigo, a mãe dele sempre foi muito fofa comigo, me dava um monte de coisas (colar, pulseira, doces, batom da MAC!!!!!!!), a irmã dele sempre foi muito simpática comigo, a mãe dele me deu um batom da MAC, o pai sempre tentava me deixar a vontade e a mãe me deu um batom da MAC (gente, não dá pra odiar ninguém que te dá um batom da MAC, sério. RSRS ex sogrinha, se você estiver lendo isso, é brincadeira hehe). Eu era tratada muito muito muito bem. Deles só tenho a elogiar.

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2- Já aconteceu alguma situação chata em relação ao tema?

E2QU9jK-Isabela Freitas A situação da primeira resposta. Já aconteceu situações do tipo, a-ex-sogra-me-ligar-porque-estava-com-saudades-e-queria-que-eu-voltasse-com-o-filho-dela. Errrr, deixa eu pensar aqui... Não.

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Situação chata ? Ah pelo menos pra mim foi, eu me senti um tanto constrangida. Eu estava na casa de um cara que eu ficava, no quarto dele (RELAXEM, GALERA, NÃO ESTÁVAMOS FAZENDO NADA QUE NÃO É PERMITIDO PARA ESSE HORÁRIO), eu ainda não conhecia ninguém da família dele porque estávamos no começo ainda. Fui para a casa dele porque até então a mãe dele estava TRABALHANDO e depois íamos juntos pra faculdade. DO NADA! DO NADA! DO NADA ! Quem entra no quarto e nos vê na cama ? QUEM? QUEM? A mãe do dito cujo. Ela ficou meio surpresa quando nos viu mas foi simpática, porém não conseguiu disfarçar a cara de 'QUEM É ESSA RAPARIGA COM O MEU FILHO, NO QUARTO DELE??' Fiquei sem graça e o cara achou graça porque eu fiquei parecendo um pimentão de tão vermelha. Sorte que não estávamos fazendo nada demais.

image (1)Anna Schmidt Sim... Minhas sogras (tirando essa gracinha mencionada acima) sempre foram incríveis. Sempre me dei bem com elas e a maioria sempre acabava se apegando muito a mim, e eu sempre achei que isso era a melhor coisa do mundo! Quem não quer ter um bom namorado e de quebra uma sogra fantástica? Pois é. Eu tinha os dois quando morei fora. Até dispensar o cara quando ele (choquem) me pediu em noivado. Eu tinha 18 anos. Morava em outro país. Tinha acabado de perder a virgindade. Eu não conhecia nada do mundo. Como casar com um cara assim? Tudo bem, a mãe dele ficou chateada. Bastante! O ápice mesmo foi quando a avó dele (dois anos depois), me deu de presente de aniversário uma passagem de volta pra Michigan (me escreveu que não ligava pro fato de eu não estar mais envolvida com o neto, ela só queria que eu fosse feliz e que fosse visitá-la sempre que possível), voltei e não quis nem ver o cara. A mãe dele ligou pra TODOS os meus amigos pra falar que eu era a pior pessoa do mundo. Disse que eu tinha feito o filho dela sofrer e me infernizou durante meses... As pessoas realmente não sabem diferenciar! Fiquei me sentindo numa briguinha de colegial, versão americana... Péssimo!

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Há um episódio em especial que particularmente me chateou muito, não guardo rancor porque né, tenho mais com o que me preocupar. Mas ouvi caladinha –pausa para comentário: mãe obrigado pela educação que me destes, em outra vida teria jogado meu prato na cara dele – de que eu poderia, assim sem mais nem menos, desistir da minha faculdade e do meu sonho de ser contadora A-F-I-N-A-L, ele não conseguiu atingir o sonho dele... E a vida tem destas coisas mesmo e desiste logo que dói menos. Desiste agora. DESISTE PORRA! Ok, o final dei um levezinho exagero, mas sim, eu ouvi isto e não, a pessoa com que me relacionava nada falou diante desta situação bisonha.

julieJulie Cordeiro, A única coisa que já me aconteceu foi a mãe de um menino que eu ficava tomar nojo da minha cara, muito raiva mesmo, quando descobriu que a gente tinha ficado. Aquelas loucas, não é?

125Nathália Caroline Chato, chaaaaato, não. Desconfortável, sim. Eu lembro quando eu fui apresentada à família e, sério, é muito ruim. Foi mais ou menos: "Não esquecer de respirar; não derrubar nada (a mão fica 10x maior nessas horas); não tropeçar em nada (surgem uns 1000 buracos do além); fingir ser tudo o que eu não sou (fofinha, educada, ter risinho bonitinho, usar uma roupa que não seja nem 'oi, acabei de entrar pro convento', nem uma 'oi, sou stripper e só cobro $5 por isso', etc)".

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3- E ciúme de alguém da família, já teve?

E2QU9jK-Isabela Freitas Não. Eu sou bem tranquila em relação a ciúmes, sério. Dificilmente vocês irão me ver dando ataque, brigando, batendo boca por isso. Eu deixo a pessoa livre pra fazer o que quiser, e se fizer merda, que aguente as consequências (tipo eu indo embora dando tchauzinho).

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Já sim, quem nunca ? Hahaha primeira observação: SE CUNHADO FOSSE BOM NÃO COMEÇAVA COM AQUELAS DUAS PRIMEIRAS LETRAS LÁ! Du ficava com um cara que a irmã dele era da minha sala e nós não nos dávamos bem nem por decreto da rainha da Inglaterra, vivíamos em pé de guerra e a atividade preferida das duas era provocar diariamente o estresse e a conturbação uma da outra, a coisa piorou quando ele assumiu que estava comigo. Ela faltava voar no meu pescoço toda vez que eu ia na casa deles, mas a minha sorte é que vaca não voa, senão eu não estaria aqui agora hahahaha mas ela foi obrigada a me engolir, bjs de novo.

image (1)Anna Schmidt Olha, sim. Um dos meus ex tinha uma história meio esquisita com outro membro da família. Não posso dar muito detalhe porque vai ficar óbvio, mas eles ficaram quando eram novos e a menina ainda dava indícios de querer mais, aí já viu, né... Eu detestava. Não queria ele perto dela, mas a coisa era inevitável. Fazer o que? Todo castigo pra corno é pouco! Acabei me incomodando por nada, hoje em dia, eu sei que ele não faria nada pra me magoar...

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich EU JÁ SENTI CIÚMES DA MINHA PRIMA MEGAFUCKER LINDA, DIVERTIDA, GOSTOSA, INTELIGENTE, ESPONTÂNEA, eu já escrevi LINDA? Sim, eu admito. Eu devia ter meus 14-15 anos e ficava #chateada quando o namorado dela queria ficar a sós com ela. EU AMO ELA gente. Ela é muito gente boa e por isto queria sempre estar perto dela, mas ele atrapalhava, a meu ver de adolescente :D

julieJulie Cordeiro, Só daquela prima-linda-maravilhosa-que-vive-grudado-no-crush-desde-sempre.

125Nathália Caroline Lek, eu mal tenho ciúme de gente da rua, vou ter da família??? Oi???? "Ah, mas e se ele tiver uma prima estilo panicat?". Gente, continua sendo família. Se o cara não consegue te deixar segura nem com a família dele, desculpa, mas o problema tá nele, e não no fato dele ter uma prima capa de Playboy.

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4- Como são os seus pais em relação aos seus namoradinhos?

E2QU9jK-Isabela Freitas Meu pai é o brother-gente-boa-que-sonha-em-ter-um-genro-parceiro-pra-tomar-cerveja. Minha mãe, bem... Minha mãe, ela é legal. COMIGO. Mas com meus namorados, VIXXXXXXXXX. Odeia todos, arruma defeito em todos, critica, enche o saco, e quando eu termino fala "AINDA BEM QUE SE LIVROU DAQUELE ENCOSTO!". Porém por incrível que pareça acho que o Rodrigo conquistou o coraçãozinho duro dela. Será um milagre? SERA JESUS DE VOLTA A TERRA?

Escrito por Isabela Freitas

Isabela Freitas tem 25 anos, mineira, atualmente em São Paulo, mas vive mesmo no mundo da Lua. Gosta do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas. Ah, ela adora signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. Autora dos livros "Não se apega, não" e "Não se iluda, não", e você pode comprá-los aqui. Juntos eles já venderam 500.000 exemplares e até hoje eu não acredito nisso.

Banheiro Feminino: Amizades e Namoros Virtuais

Oi, gente. Tudo bom com vocês? Perguntei lá no twitter que tema vocês gostariam de ver nos próximos "Banheiros", e o que me sugeriram foi falar sobre relações de internet. Uhhhhhhhh. Quem aí já teve? Aposto que todo mundo já! Hahaha. Vem se divertir e dar boas risadas com a gente!

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Conheça as participantes:

E2QU9jK-Isabela Freitas Se você tá aqui no meu blog e ainda não sabe que eu gosto do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas, tá no lugar errado. Ah, eu adoro signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. 24 anos, mora em Juiz de Fora, mas vive mesmo no mundo da Lua. Siga no twitter/Assine no Facebook/Siga no Instagram isabelaafreitas

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Podem me chamar de Carol, só pra eu me sentir mais em casa. 21 anos, virginiana, nada normal, com um coração enorme, pseudo-engenheira (que só é exata na parte da faculdade, porque na parte sentimental…), tentativa de blogueira, intensa demais, sincera demais, romântica demais, conselheira demais, individualista demais, amiga demais, sonhadora demais só que incrivelmente realista (por mais irônico que pareça), viciada em snaps, em fotos, em sorrisos, em flores, em pessoas, em palavras, mas principalmente em atitudes. Leia o blog/ Siga no twitter/Facebook/Snap: camonteforte/ Instagram: @camonteforte

image (1)Anna Schmidt tem 20 anos, é carioca, estudante de direito, metida a escritora (http://annaluizaschmidt.blogspot.com) nas horas vagas e Fluminense de carteirinha. Envolvida por 36 séries de TV, pelo twitter (http://twitter.com/annasschmidt_), por música de todos os tipos, livros em todas as suas formas, por filmes sci-fi e pelo Rio. Impulsiva, confusa, piadista em horas inapropriadas, frequentadora oficial da noite carioca, apaixonada por tudo e por nada e pra resumir: libriana na essência da palavra. Siga no instagram: annaluizaschmidt/ Snap: annasschmidt

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich 25 anos. Gaúcha, contadora, pós graduanda e de quebra técnica em enfermagem com o jaleco já aposentado. Teimosa de doer e de personalidade forte, não é a toa que carrego o sangue alemão. Faço jus a ele. Amo demais o meu trabalho, livros, gatos, música rock e indie, viajar, whisky, vinho e churrasco do meu papis. Ah, e defendo o ideal da mulher independente e o completo poder de escolha sobre todos os aspectos da sua vida. Polêmica. Siga no instagram: cbredlich/ Twitter/ Leia o blog/ Facebook

julieJulie Cordeiro, odeio quando pronunciam meu nome errado. Tenho 19 anos, sou mineira, curso Administração e quero passar a minha vida administrando minhas viagens pelo mundo. Sou apaixonada por livros, pessoas bem humoradas e dormir. Consigo me expressar melhor na escrita do que na fala. Mudo de opinião constantemente, mas não permito que isso me torne influenciável. Sou o que costumo chamar de pessoas "bagunças", ninguém me entende e muito menos eu. Siga no Twitter/ Leia o blog/ Instagram: julieecordeiro/ Facebook

125Nathália Caroline, 18 anos, carioca e amante de sorvete de pistache. Faladeira, baladeira, bagunceira e todas as "eiras" que vocês conhecerem. É super amiga da Beyonce, já foi à Lua, teve um caso com o Ryan Gosling e às vezes é um pouco sonhadora demais. É sagitariana com ascendente em áries com muito orgulho, com muito amor. Siga no snap: nathcarol/ Twitter/ Instagram: nathcaroles/ Facebook

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1- Você já teve um namoro virtual?

E2QU9jK-Isabela Freitas Namoro virtual? NAMORO VIRTUAL? Cê tá de sacanagem com minha FACE né? Cara, óbvio que não. Eu mal confio num namoro real, quem dirá virtual. Mas tá, TÁ BOM, EU ADMITO. Já flertei horrores online, daquele tipo de ficar conversando no skype até 5 horas da manhã com cara de idiota apaixonada por um garoto que eu nunca vi na vida, e que falava um monte de coisas fofas pra mim só pra me enganar. Porra. #aindadói

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Claro, preciso compartilhar com vocês, quando eu tinha uns 14 anos me apaixonei por um gaaaaato, só que ele morava muito longe, tipo em outro país, mas mesmo assim eu mantive a relação, não podia largá-lo, mas não durou muito. Ele tinha muitos compromissos devido ao trabalho e ele acabou se relacionando com uma colega que até trabalhava com ele, fiquei mal mas passou e foi assim que eu namorei o Zac Efron por um bom período da minha vida Hahahahaha mentira! Já sim, na época do orkut e do msn (#saudade) eu tinha uns 12 anos e acreditava nas juras de amor de um carinha do interior, mas não deu certo, afinal pré adolescência, distância e um namoro virtual não são uma boa combinação.

image (1)Anna Schmidt Nossa, gente, não dá pra lacrar esse tema porque eu só fui virar um "ser" virtual quando já tava mais velha! Já tive um namorado virtual, sim, e gente, eu fui uma mega fura olho... Eu conhecia uma menina que jogava handball comigo e ela sempre falava do namoradinho virtual dela, todo mundo implicava, mas sempre na brincadeira, eu juro que não entendia porque é que ela gostava do tal cara virtual, até eu "conhecer"... O cara era TU-DO de bom, gatinho, simpático, inteligente, pronto, eu tava virtualmente xonadassa na do cara e ele na minha, já viu, né? Ela aproveitava os treinos pra descontar a raiva em mim, eu voltava dolorida pra casa, mas voltava feliz porque ia ficar no skype por horas com o tal carinha... Me julguem, vai!

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Não. Eu considero que não participei muito desta geração relacionamentos amorosos virtuais, além do medo da porra que eu sempre senti em "construir" algum vinculo a mais virtualmente. Vai que o cara é um serial killer?! Instinto de sobrevivência da magrela aqui . Nem fudendo mesmo, até me desculpem pelo linguajar, mas tenho maior cagaço disso, hahahaha.

julieJulie Cordeiro, Não, nunca namorei virtualmente, mas cada dia eu tenho uma paixão nova. Quem nunca? Se apaixonar por aquele desconhecido lindo? Nem sei se o cara fede, se conversa errado ou é real, porém já imagino o nosso encontro, casamento, filhos, lua de mel.

125Nathália Caroline Já!!! Com direito a *beijando*, *andando de mãos dadas* e essas coisas bem toscas da época de Orkut. Era uma parada mais pra agregar status na baladinha fake e ganhar depoimentos, nunca me envolvi sentimentalmente com nenhum deles. Sim, "delessss", com bastante ''. É a famosa "Teoria da Branca de Neve, pra que só ter um, se eu posso ter 7?", né, gente? BRINCADEIRAAAAA

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2- E amizades virtuais, você cultiva?

E2QU9jK-Isabela Freitas Porran, muitas. E várias delas se tornaram amigas na real também. Acho legal que a internet nos aproxima de pessoas muito bacanas, e que pela distância nunca conheceríamos e teríamos oportunidade de conversar tanto. Então você conversando nem que seja um pouco a cada dia, você acaba tendo um amigo de verdade que vai te ajudar quando você manda mensagem 5 horas da manhã bêbada caída na sarjeta.

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Na mesma época do relacionamento (não com o Zac e sim com o boy do interior) mas parei quando eu percebei que ter amigos reais é bem melhor do que virtuais, mas as redes sociais são uma boa forma de manter os amigos que não estão presentes por terem se mudado pra outros estados, países, planetas e acabam transformando-os em pseudovirtuais.

image (1)Anna Schmidt Eu não costumo conhecer muitas pessoas pela internet, mas eu tenho uma amiga desde os tempos em que eu escrevia fanfic que eu AMO! A gente se fala sempre, contamos muitas fofocas uma pra outra e nunca nos conhecemos! Então não posso dizer que é algo que eu cultivo MUITO, até porque eu morro de medo de me apegar a alguém que possa vir a fazer alguma coisa ruim pra mim, mas a que eu tenho, é minha joia preciosa!

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Ai o papo é diferente! Amizade eu tenho, são poucas mas são especiais. Inclusive entra nesta "tchurminha" o time do BF. Todas meigas gente. Se eu pudesse as colocaria em uma caixinha e andaria para cima e para baixo com elas no meu bolso. Outra é a dona do Blog Cólica Mental (Nathália) que depois de anos voltou a ativa [pulos de alegria]. Eu topei ela no face e na tietagem mesmo "pô me adeda ai, gosto tanto do seu blog, me identifico taaaanto <3" e ela aceitou. Depois de um tempo de curte aqui e curte ali fomos trocando ideias e poxa vida, ela é muito jóinha e temos muitas coisas em comum, como por exemplo, o empoderamento das mulheres *___*
Amizades virtuais eu recomendo sem medo. É muito legal ter contato com gente nova completamente diferente de você e que vive em outro mundo (região, costumes, etc).

julieJulie Cordeiro, SIM!!!Tenho vários amigos virtuais e às vezes me sinto criança por isso, entretanto eu amo os migos(é migos mesmo) que a internet me deu. Eles me fazem muito bem e tem hora que eu prefiro desabafar, contar os problemas e fazer drama com eles. Já perceberam como distância complica tudo? Você vai conhecer pessoas incriveis(uhul obrigada). PORÉM eles irão morar a 9000km de você. Valeu, vida, agora para que eu vou descer. Eu costumo falar que ter amigo virtual é olhar para o mapa e lembrar que seu coração habita em vários lugares.

125Nathália Caroline Então, tiveram duas fases da minha vida que eu cultivei amizades virtuais: a época do Orkut e a época em que eu usava Tumblr. No Orkut, eu era "amiga" de uma galera porque eu escrevia fanfics e os escritores e leitores, geralmente se falavam nas comunidades, era bem legal e tal, mas tudo muito superficial. Já no Tumblr, como é um site em que você, digamos assim, expõe mais seus sentimentos, eu fiz menos amizades (Rafael, Maria, Vinicius e Bruno), mas que eu mantive por anos! Só que, não sei por que cargas d'água, a gente parou de se falar ): mas eles me ajudaram muuuito com questões pessoais, a gente se ligava, combinava de ver filme junto e comentar pelo msn, era tipo amigo "de verdade"! Ai, bateu saudade agora...

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3- Acha que relações que surgem na internet podem ser verdadeiras?

E2QU9jK-Isabela Freitas Claro (em relação a amizade porque namorar pela internet NAAAAAAO DAAAAAAAAA!! TEM QUE TER BEIJO AMASSO NOSSA SENHORA JOGAR NA PAREDE). Relações são verdadeiras se as pessoas são verdadeiras. Na verdade a internet pouco importa. Se a pessoa é falsa ela vai ser falsa na internet, na vida real, na puta que pariu...

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Acho que em todas as relações, pessoais ou virtuais, a gente tem que manter os pés no chão, não ir com muita sede ao pote, ainda mais nas virtuais. Quando se tem os pés no chão, as amizades virtuais podem sim dar certo.

image (1)Anna Schmidt Sim e não. Vou explicar a minha teoria pra vocês: pra mim, pelo menos, confiar em alguém requer convivência, tempo... E uma coisa que é muito importante, na minha cabeça, é observar as reações das pessoas quando a coisa aperta! É aí que a gente descobre quem realmente é quem, e acho que pela internet raramente você consegue ter esse tipo de contato, raramente você consegue observar reais atitudes... Porém, eu também acho que uma coisa que começa na internet e vem pra "vida real" é super válida... Acho que o que eu quero dizer é: não sou muita fã do que permanece no virtual pra sempre (mesmo amando a "Cecília", a minha amiga de internet)...

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Tudo que tem sentimento e reciprocidade será verdadeiro. O problema é que o mundo esta cheio de gente filhas da puta querendo na melhor oportunidade te fuder. Seja para pegar seus dados, ou saber do seu passado (e usa-lo contra você) ou até coisa pior. Há muitas pessoas assim no mundo e é por isso que sou um pé atrás com relacionamentos virtuais (mais com amorosos do que com amizades). Só que assim, temos que mesmo no fundinho de nossos corações, acreditar que espalhado por ai há muitas pessoas boas, legais, interessantes e sem más intenções. Temos que acreditar na humanidade apesar da coisa estar caótica.

julieJulie Cordeiro não respondeu essa pergunta. Esqueceu! haha

125Nathália Caroline Depende do tipo de relação... Amizade eu acho super tranquilo de dar certo e ser verdadeira, porque, sei lá, amizade é uma coisa pura, sabe? Livre de cobranças, responsabilidades e compromissos. Agora, namoro definitivamente, não. Claro que existem exceções, mas eu nunca vi nenhum dar certo. Namoro é uma coisa que requer presença, beijo, abraço, sentir o cheiro, é uma relação que precisa muito mais do físico do que a amizade. Vai parecer um pouco maníaco o que eu vou falar, mas lá vai: você não sabe o que a pessoa tá aprontando à 325489764654 km de distância de você, sabe? É muito fácil enganar, ser persuadido por outras pessoas, entre outras coisas. Eu, Nathália, não iria conseguir manter um namoro assim, mas vai de cada um.

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4- Já namorou ou foi enganada por um fake? (quem nunca)

E2QU9jK-Isabela Freitas Sim, namorei por 3 anos um fake do Ian Somerhalder jurando que era ele. Ai, gente, qual é. Achei que ele fosse tímido e por isso não aparecia na webcam!!!!!! HEHEHE Não. Me senti meio mal por não ter uma história legal pra contar aqui então inventei uma idiota mesmo.

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Que eu lembre, não! Nunca fui muito encantada ao ponto de acreditar em fakes perfeitos dos colírios da capricho que vinham dar em cima de mim, fazendo juras de amor e falando que eu era a menina mais linda da vida deles (porque quando eu tinha uns 14anos eu era bem sofrida mas tinha os pés no chão hahaha)

Escrito por Isabela Freitas

Isabela Freitas tem 25 anos, mineira, atualmente em São Paulo, mas vive mesmo no mundo da Lua. Gosta do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas. Ah, ela adora signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. Autora dos livros "Não se apega, não" e "Não se iluda, não", e você pode comprá-los aqui. Juntos eles já venderam 500.000 exemplares e até hoje eu não acredito nisso.

Banheiro Feminino: "Primeira vez"

E aí, como vocês exxxtão? Eu to bem. Muito bem. E hoje é dia deeeeee? Banheiro Feminino! o/ Dia de fofocar, colocar o papo em dia, abrir o coração... Vamos falar sobre primeira vez. Primeiro beijo, primeira vez no sexo, primeira vez que choramos por amor... Ai. São tantas emoções. Vamos ver?

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Conheça as participantes:

E2QU9jK-Isabela Freitas Se você tá aqui no meu blog e ainda não sabe que eu gosto do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas, tá no lugar errado. Ah, eu adoro signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. 24 anos, mora em Juiz de Fora, mas vive mesmo no mundo da Lua. Siga no twitter/Assine no Facebook/Siga no Instagram isabelaafreitas

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Podem me chamar de Carol, só pra eu me sentir mais em casa. 21 anos, virginiana, nada normal, com um coração enorme, pseudo-engenheira (que só é exata na parte da faculdade, porque na parte sentimental…), tentativa de blogueira, intensa demais, sincera demais, romântica demais, conselheira demais, individualista demais, amiga demais, sonhadora demais só que incrivelmente realista (por mais irônico que pareça), viciada em snaps, em fotos, em sorrisos, em flores, em pessoas, em palavras, mas principalmente em atitudes. Leia o blog/ Siga no twitter/Facebook/Snap: camonteforte/ Instagram: @camonteforte

image (1)Anna Schmidt tem 20 anos, é carioca, estudante de direito, metida a escritora (http://annaluizaschmidt.blogspot.com) nas horas vagas e Fluminense de carteirinha. Envolvida por 36 séries de TV, pelo twitter (http://twitter.com/annasschmidt_), por música de todos os tipos, livros em todas as suas formas, por filmes sci-fi e pelo Rio. Impulsiva, confusa, piadista em horas inapropriadas, frequentadora oficial da noite carioca, apaixonada por tudo e por nada e pra resumir: libriana na essência da palavra. Siga no instagram: annaluizaschmidt/ Snap: annasschmidt

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich 25 anos. Gaúcha, contadora, pós graduanda e de quebra técnica em enfermagem com o jaleco já aposentado. Teimosa de doer e de personalidade forte, não é a toa que carrego o sangue alemão. Faço jus a ele. Amo demais o meu trabalho, livros, gatos, música rock e indie, viajar, whisky, vinho e churrasco do meu papis. Ah, e defendo o ideal da mulher independente e o completo poder de escolha sobre todos os aspectos da sua vida. Polêmica. Siga no instagram: cbredlich/ Twitter/ Leia o blog/ Facebook

julieJulie Cordeiro, odeio quando pronunciam meu nome errado. Tenho 19 anos, sou mineira, curso Administração e quero passar a minha vida administrando minhas viagens pelo mundo. Sou apaixonada por livros, pessoas bem humoradas e dormir. Consigo me expressar melhor na escrita do que na fala. Mudo de opinião constantemente, mas não permito que isso me torne influenciável. Sou o que costumo chamar de pessoas "bagunças", ninguém me entende e muito menos eu. Siga no Twitter/ Leia o blog/ Instagram: julieecordeiro/ Facebook

125Nathália Caroline, 18 anos, carioca e amante de sorvete de pistache. Faladeira, baladeira, bagunceira e todas as "eiras" que vocês conhecerem. É super amiga da Beyonce, já foi à Lua, teve um caso com o Ryan Gosling e às vezes é um pouco sonhadora demais. É sagitariana com ascendente em áries com muito orgulho, com muito amor. Siga no snap: nathcarol/ Twitter/ Instagram: nathcaroles/ Facebook

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1- Como foi seu primeiro beijo?

E2QU9jK-Isabela Freitas Eu contei em vídeo lá no meu canal do Youtube. Assista o vídeo e se inscreva no canal :D

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte Geeeeente, meu primeiro beijo foi ridículo! Sem mais ! Eu separo em primeiro beijo com sentimento e sem sentimento: sem sentimento - eu estava na 6a série e na época era super normal brincar de verdade e desafio e sim, eu perdi o BV num jogo babaca HAHAHAHA com sentimento - eu tava no ensino médio e foi meio de repente, durante a troca de aula, uma troca de saliva e batida de dente que me fez ter trauma daquele tipo de beijo HAHAHAHA #primeirobeijodesentupidordepia quem nunca ?! Depois disso o beijo foi ficando fofo e eu fiquei xones #cagadajuvenil

image (1)Anna Schmidt Super-ultra-mega-power esquisito. Tudo bem, eu era mega afim de um cara mais velho, mas ele era experiente, sabe? Pegador! O "Thiago" era o gatinho da escola! Tive a brilhante ideia de perder o BV com o meu melhor amigo (assim eu ia praticar e ficar ó, excelente pro Thiago). Péssima ideia. Fiquei com vergonha, mudei com o meu melhor amigo e me senti muito estranha. O clima não era muito de pegada, não rolava sentimento, muito menos aquela vontade gostosa. O beijo em si foi legal, peguei o esquema de primeira e quando decidi dar uns beijos no Thiago... Descobri que o meu melhor amigo, o bobo que tinha crescido comigo, mandava muito melhor. Não sei o que me deixou mais decepcionada, se foi o beijo do Thiago ou a falta de vontade de beijar o meu amigo de novo. Injusto demais.

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Eu era nova na cidade, cheguei brincando de barbie e em menos de seis meses só falava de meninos, beijos e quem estava pegando quem. O que uma cidade grande não faz com a cabeça de uma criança. O meu primeiro beijo em si foi uma bosta, desconexo, você não sabe se põe língua ou tira língua, hahahaha. Horrível! Tínhamos que nascer já sabendo beijar porque a experiência primeiro beijo é uma porcaria. Ressalva: ruim não por culpa do rapaz! Eu sou muito destrambelhada para a primeira vez em algo.

julieJulie Cordeiro, Foi um dos melhores beijos que eu já tive, mas na hora a única coisa que eu pensava era QUE-QUE-EU-TÔ-FAZENDO. Será que ta certo? É assim mesmo? O que ele está pensando? AI MEU DEUS!!Estou fazendo errado e ele vai saber que é o meu primeiro beijo. Foi uma mistura de não sei o que estou fazendo, porém vou continuar. Segue o fluxo. Eu fui a última do meu grupinho a beijar então imaginem a pressão que não rolava, a frase que eu mais ouvia era "Ahhh, mas a Julie não beija". Sim, eu sempre sofri bullying. Fiquei muita nervosa, mas deu tudo certo porque o menino até me elogiou depois.

125Nathália Caroline, Foi um misto de tensão e aventura! O amigo de um amigo meu falou que queria ficar comigo e, apesar do "medo" de dar umas beijocas, eu aceitei. Depois de treinar o beijo com laranja, pesquisar tutorial no YouTube e beijar meu próprio pulso (SENTE A SEQUELA), ao contrário do que eu achava, meu medo foi só aumentando; na real, nem é medo, é só insegurança. Depois de alguns dias, nos encontramos na festa julhina da minha escola e ficamos. No mesmo dia, eu fiquei com um outro garoto que era amigo de uma amiga minha e foi pura tensão porque ninguém podia saber! Mas depois daquele dia, todas as tensões passaram e hoje eu sou uma beijoqueira profissional rs.

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2- E como foi sua primeira vez?

E2QU9jK-Isabela Freitas Pai, por favor, me perdoe. Eu te amo. Então, pra começo de conversa foi uma bosta. O meu namorado não acreditava que eu ainda era virgem (sim, e eu namorava ele por que? Sei lá!), e não me tratou como uma. Não que ele tenha sido grosso, não foi. Mas doeu pra caramba, e não foi nada romântico. E eu nem queria nada romântico, sabe? Só que poderia ter tido um pouco mais de carinho. E por um longo tempo eu não gostava de sexo. PRONTOFALEI. Achava sexo uma bosta, do tipo, AHN, É ISSO QUE AS PESSOAS GOSTAM? SERIO? Mas ai aprendi que sexo bom tem que ter sentimento. Então vão por mim. Não façam por fazer

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte (tem como bloquear o site para o meu pai não ler isso? hahaha) poouts, minha primeira vez? Posso dizer que foi na hora certa, demorei um bom tempo pra perder a virgindade, sério, bom tempo mesmo comparado ao resto das minhas amigas (não estava esperando o amor da minha vida aparecer, não acredito nisso) porque queria que fosse algo que eu não me arrependesse. Foi com um cara que tava longe de ser um príncipe encantado mas que eu confiei o suficiente para que rolasse. NÃO FOI PERFEITO, NÃO FOI QUE NEM FILME, mas era o momento certo.

image (1)Anna Schmidt Nada do que pensei que seria. Perdi a virgindade com um cara que era um príncipe, incrível mesmo, mas o tesão nele não era dos melhores. Na hora H, ele tentou ser cuidadoso, mas, no final, eu nunca chegava "lá", era sempre sobre o que ele achava melhor, sobre o que trazia prazer pra ele e assim funcionava. Com o tempo, comecei a achar que eu não curtia sexo, que tinha alguma coisa errada acontecendo comigo. Aí conheci o meu segundo. O meu segundo foi incrível. Ele era um cara carinhoso, amoroso, bom de cama e eu amava tudo o que a gente fazia. Por isso sempre digo por aí: esse tabu da primeira vez precisa ser quebrado. Nossa primeira transa não é, necessariamente, a mais marcante. A mais especial. Falo pra quem quiser ouvir: o meu segundo apagou absolutamente tudo o que eu costumava pensar sobre sexo. Não é sobre a primeira vez... É sobre o primeiro orgasmo, sobre o primeiro cara que te fez sentir desejada de verdade...

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Foi normal. O que vou escrever sobre isso? Hahaha. Não teve pétalas no chão, nem música romântica nem momento mágico. Na verdade tinham que parar de criar esta expectativa nas adolescentes que ainda não tiveram sua primeira vez. É um misto de tesão pela coisa, com pitada de medo e expectativa do “vou gostar?”. Não existe primeira vez boa, existe primeira vez relax que é basicamente o cara não ser um coelho em cima de você, porque né, vc não é obrigada. Doer doí sim, mas não é este monstro que pintam. Se doeu ABSURDOS MEU DEUS QUASE MORRI já é um claro sinal que escolheu errado, ele basicamente NÃO SE IMPORTOU COM VC, ou seja, te tratou como um buraco para o pau dele.

julieJulie Cordeiro, Posso dar um conselho aqui? Bom, meninas e meninos, só façam quando sentirem que estão preparados e não fiquem apressando as coisas só porque todas as suas amigas já transaram e você não. Cada um tem o seu tempo, esqueça os outros.

125Nathália Caroline, Foi bonito, foi........ foi intenso, foi verdadeiro..... mas sincero.........

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3- Você acha que já se apaixonou? Como foi?

E2QU9jK-Isabela Freitas Acho que a paixão pode ser definida de diversas formas na nossa vida. Posso citar aqui a vez em que conheci um menino chamado Guilherme em Porto Seguro quando eu tinha apenas 12 anos. E sim, eu me apaixonei por ele perdidamente. Passamos uma semana conversando, aquela paixão de criança, infantil. Ele me deu uma pedra, uma concha, uma cartinha. E no final nos despedimos, e sequer um beijo foi dado. Mas eu ainda lembro dele, e da sensação que senti quando o conheci. Claro que eu não sabia nada sobre o amor, eu era uma criança. Mas por que não dizer que foi uma paixão? Porque foi. A paixão surge dos lugares mais inesperados, e cara, um dia você vai olhar para uma pessoa e perceber que está perdidamente apaixonado por ela... E que é ela. Sempre foi ela. Vai ser ela. Mesmo que vocês se conheçam a anos, ou a horas. A paixão precede o amor.

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte já sim, umas três vezes e quebrei a cara nas três ! Dedo podre? Uns não tem, outros adquirem com o tempo, já eu, nasci com, aperfeiçoei com o tempo e hoje em dia tento conviver com esse 'dom'. A primeira vez, que eu achava que tinha me apaixonado, eu tinha 8 anos, menos 3 dentes na boca, uma janela que dava pra colocar canudinho, usava um óculos que pareciam dois bambolês e tinha uma bolsa de poodle achando que arrasava e o boy me trocou por outra menina só porque ela era loira. COMECEI BEM A MINHA VIDA AMOROSA. A primeira realmente eu já contei pra vocês, foi a do meu príncipe de 15 anos e a minha prima bovina no meio, a segunda foi logo que eu entrei na faculdade, me apaixonei por um cara que não tinha NADA A VER comigo e que vinha com um brinde chamado EX NAMORADA DOENTE, PSICÓTICA E QUE ME AMEAÇAVA e ele era um BUNDÃO que não sabia por um ponto final nas histórias e a terceira eu contei como eu conheci ele num dos primeiros post, mas resumindo o depois: vivíamos em pé de guerra, nunca nos entendíamos, quando começamos a nos entender , ele foi morar 1 ano na Califórnia e voltou namorando. FIM. ~ POR ISSO QUE EU TENHO TRAUMA DE RELACIONAMENTOS !

image (1)Anna Schmidt Acho... E foi incrível. Encontrei nele tudo aquilo que eu só ouvia falar nos filmes: um cara maravilhosamente engraçado, uma companhia gostosa de se ter por perto, um homem que era carinhoso com a mãe, que me respeitava como mulher e que me completava como namorado. O "Felipe" me fez sentir amada de um jeito muito nosso, muito íntimo. Acho que, pra mim, se apaixonar é estar numa ponte altíssima, onde o final é totalmente desconhecido. Pode ser água, pedra, fogo, pode ser uma queda infinita, mas, mesmo assim, você pula. Se joga de cabeça. Esse cara me segurou quando eu cheguei lá embaixo. Hoje em dia, a gente mudou. Sabe o que é mais engraçado? Se eu voltasse no tempo, pularia de qualquer forma. Se isso não é amor, então realmente não sei o que mais pode definir...

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Óbvio! Um monte de vez! Paixão é leviano, é rápido, certeiro. Começa tão ligeiro que quando perceber já foi embora. Todo amor primeiro foi uma paixão mas, nem toda paixão vira amor. Filosofei agora. Paixão eu sinto pelos meus livros, pelo meu gato (que foi roubado e ainda dói lembrar, snif), pelas minhas roupas, minha cama e minhas maquiagens. Senti paixão pelo rapaz que beijei pela primeira vez, pelo meu colega de classe da 6°, 7° e 8° série. Cada ano uma paixão nova para suspirar. Ter este sentimento é ter vida. Tem que se apaixonar por tudo mesmo, é o que dá adrenalina aos nossos dias (y).

julieJulie Cordeiro, Olha aquele menino ali. Nossa, que cara lindo. Nunca vou saber o nome? Confere. Nunca minha vida irá cruzar a dele novamente? Confere. Ele é bonito?Confere. Opa, acho que apaixonei. Sou cheia de paixões platônicas, mas paixão, paixão mesmo eu tive apenas uma durante minha vida toda. É um ex-amigo que estudou comigo desde que me entendo por gente e eu fui crescendo e a paixão continuava. Éramos amigos, mas eu nutria sentimentos maiores porque ninguém manda no coração. Ele não sabia, ninguém sabia, mas eu sempre senti. Tive oportunidades de ficar com ele, porém eu era tão criança que ficava com medo dele não gostar de mim (oi?). No ensino médio eu mudei de escola e aos poucos a paixão acabou. Fim.

125Nathália Caroline, Cara, foi muito gostoso! Não tem coisa mais gostosa que aquele friozinho na barriga ao ver a pessoa, escutar uma música e mandar um "Aqui, lembrei de você", ter um beijo roubado, receber e mandar uma mensagem às 3 da manhã, escrito "eu tr amp" (eu te amo em álcoolês), sentir um perfume e lembrar do dito cujo, fazer coraçãozinho no caderno, etc. Até quando não é correspondido é gostoso (na hora, não, mas futuramente, sim) porque você amadurece. Todo mundo que quebra a cara por causa de relacionamento, muda. E, ao passar dos anos, quando você olha pra trás e vê a pessoa que você é hoje, compensa. Eu diria que se apaixonar é tipo beber um chocolate quente: você sabe que vai queimar a língua, vai doer, mas mesmo assim, você sabe que vai valer a pena, porque é bom.

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4- Já mudou o grupo de amigos alguma vez? Se viu sozinho e teve que começar tudo de novo?

E2QU9jK-Isabela Freitas Já. Com certeza já. Mas eu gosto de mudanças, e não me importo de ser "sozinha". Eu até que gosto dos meus momentos sozinha, sabe? Me sinto independente, dona de mim. 100%. Claro que quando me vi sem minhas amigas me senti um pouco mal, mas logo depois encontrei minhas duas melhores amigas atuais, Pati e Duda <3 e eu percebi que as vezes as pessoas certas estavam sempre ali, esperando para entrar na nossa vida, nós é que não demos nenhuma chance para que isso acontecesse. As duas estudaram comigo no colégio e não éramos próximas. Mas a vida nos aproximou <3 E HOJE TEM NOITE DO PIJAMA HEINNNNN!

Processed with VSCOcam with m3 presetCaroline Monteforte JÁ! Já fui excluída e já tive que tentar me adaptar inúmeras vezes. Mudar de sala no colégio e de escola no ensino médio : meus dois traumas sociais. Mas fui aprendendo a lidar com isso, já que passava de grupo em grupo pra tentar achar um em que eu me encaixasse. Hoje eu vejo que, mesmo depois de todos os traumas, isso me fez bem, eu aprendi a me adaptar em diversas situações e a aturar vários tipos de pessoas.

image (1)Anna Schmidt Incríveis várias vezes. Demorei muito pra encontrar as minhas melhores amigas. As pessoas são naturalmente esquisitas. Se você não agir/falar/andar/pensar da forma como elas fazem tudo isso, você é automaticamente cortada... Finalmente encontrei um grupo de amigas incríveis que, magicamente, são completamente diferentes umas das outras! O importante mesmo é saber entender que você não pode se contentar com amizades falsas... Com pessoas que só te colocam pra baixo... Tem sempre alguém disposto a te aceitar e amar pelo que você é!

Processed with VSCOcam with g3 presetCaroline Redlich Fiz isso umas 7 vezes no mínimo por mudar de cidade. Isto que foram 3 cidades diferentes mas toda vez que ia embora e retornada o círculo de amigos mudavam, exceto por algumas amizades. Quando eu digo que sou gente fina vocês tem que acreditar em mim (EHuHEUhUHE) eu nunca me vi sozinha, sem amigos, sem uma alma penada para conversar. Sou fácil de se relacionar. Por isso tenho muitos círculos de amizades e na verdade eu sempre estou entrando em contato com novas pessoas, formando novos vínculos e mantendo os velhos (e bons) claro. Eu gosto porque estou sempre aprendendo algo novo, seja exercendo a minha paciência com o tipo da pessoa ou crescendo como ser humano.

Escrito por Isabela Freitas

Isabela Freitas tem 25 anos, mineira, atualmente em São Paulo, mas vive mesmo no mundo da Lua. Gosta do número 7, amores de arrancar o coração, bichinhos de rua e músicas fofinhas. Ah, ela adora signos também. Sagitariana, teimosa, sincera, sonhadora, dramática e um pouco exagerada. Mas só um pouquinho. Autora dos livros "Não se apega, não" e "Não se iluda, não", e você pode comprá-los aqui. Juntos eles já venderam 500.000 exemplares e até hoje eu não acredito nisso.