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"Ligados pelo Amor" é um ótimo filme para quem ama amar e escrever! Com Lily Collins, Nat Wolff, Greg Kinnear e Logan Lerman no longa, somos apresentados à família Borgens. Bill é um escritor renomado e boa pinta que sofre desde que Erica o abandonou, decidindo-se casar com outro homem. Por isso, ele passou a virar stalker da ex-mulher, visitando sua casa durante à noite e espiando o casal pela janela. Bill tem absoluta certeza que ela vai voltar e reserva seu lugar na mesa todos os anos no dia de Ação de Graças, o que deixa os filhos com muita vergonha alheia. Sam, sua filha mais velha, não fala com a mãe desde a separação e inspirada no fiasco que foi o casamento de seus pais, ela não nenhum plano de se apaixonar. Por outro lado, o filho mais novo, Rusty, que antes era somente um garoto tímido, decide viver experiências de um típico adolescente americano e isso inclui declarar-se à garota dos seus sonhos. Em meio a tudo isso, os filhos de Bill sonham em escrever seus próprios livros, o que desenrola muitas referências à escritores famosos (COMO STEPHEN KING!!!). Vem ver quais são os melhores quotes do filme!

"E eu acho que escrever é isso. Ouvir a batida do coração. E quando a ouvimos, cabe a nós decifrá-la."

"Eu nunca desfruto nada. Sempre espero o que virá. Acho que somos todos iguais, vivemos como em avanço rápido, sem pararmos para desfrutar o momento, ocupados, apressados, fazendo o que supostamente deveríamos fazer com as nossas vidas."

"Um escritor é a soma das suas experiências."

"Eu podia ouvir meu coração batendo. Eu podia ouvir o coração de todos sentados ali. Dava para ouvir o som humano. Nenhum de nós se movia. Nem mesmo quando a sala escureceu."

"Eu penso em nós. Penso na nossa história, em tudo que não deu certo. E penso que desta vez poderia fazer tudo muito melhor."

Vocês já assistiram esse filme? Qual outro cheio de quotes que vocês amam? Me conta que eu estou louca para assistir! Um beijo! 🙂

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Ju Ribeiro (ou simplesmente @poxaduli) é baiana, leonina, impulsiva, tem 18 anos e menos de 1,60m. Quando não está falando asneiras no twitter, está lendo sua pilha de livros que não acaba, assistindo uma das muitas séries não finalizadas ou falando sobre elas no blog (raciocinacomigo.com). E ah! Acha o máximo falar de si na 3ª pessoa!

Essa semana a Isabela fez um vídeo incrível falando sobre amor próprio e sua importância na nossa vida. Fiquei pensando muito nisso, já que até um tempo atrás, amor próprio e autoestima eram termos que não existiam no meu vocabulário. Com o tempo eu fui ficando bem desencanada disso e aprendi a ser feliz do meu jeitinho. E como a arte imita a vida (ou é o contrário?), no cinema, tem mais ou menos uma centena de filmes que falam sobre conviver com as próprias imperfeições e amar a si mesmo.

♥ Pequena Miss Sunshine

Esse é um filme maravilhoso porque de uma maneira engraçada e muito fofa, conhecemos a Olive, uma pré-adolescente que parte com sua família (nem um pouquinho normal) em uma combi amarela para participar de um concurso de beleza. A trama fala sobre união, aceitar as características do outro e, acima de tudo, aceitar a si mesmo!

♥ Os Homens São de Marte e É pra Lá que Eu Vou

Fernanda é uma mulher que está quase entrando em parafuso. Ela tem quase 40 anos e está solteira, morrendo de medo de não conseguir casar. Aí já viu, né? Ela resolve buscar pelo homem da sua vida a qualquer custo e acaba pagando bem caro por isso, sempre acabando frustrada com os fins de seus relacionamentos. Apesar de linda, bem sucedida e rodeada de pessoas incríveis ao seu lado, Fernanda sempre acha que o problema é com ela.

♥ O Palhaço

No filme, Selton Mello é Benjamim, um palhaço que junto com seu pai, forma a dupla Pangaré E Puro Sangue, do Circo Esperança. Eles viajam o país com a trupe, fazendo a alegria do respeitável público. Só que Benjamim começa a passar por uma crise existencial e, ao longo do filme, vai tentar descobrir quem ele é e onde ele deveria estar. Diferente do que se imagina, apesar de ter uns traços de humor, o filme não é uma comédia, mas um drama inteligente sobre autoconhecimento que consegue fazer o mix perfeito entre o lúdico e a seriedade.

♥ O Diabo Veste Prada


Aposto que a maioria de vocês já viu esse filme, certo? Então todo mundo de sane que Andrea se transformou completamente (já falei como eu amo a franja da Anne Hathaway nesse longa?) para trabalhar na Runaway Magazine, uma grande revista de moda de Nova York. Acontece que ela mesma acaba se perdendo nessa transformação, sem saber se mudou só por fora ou se a Andy que não furava chopp com os amigos também não existe mais.

♥ Julie & Julia

Esse filme vai contar duas histórias reais de mulheres que descobriram que com um pouquinho de perseverança, coragem e farinha de trigo, tudo é possível. De um lado, temos Julia Child, uma chef que pretende escrever um livro de receitas francesas para americanos. Do outro e muito anos depois, temos Julie, uma mulher que pretende fazer todas as receitas do livro de Julia em um ano. O filme é engraçado, é possível se divertir pacas com a Julie na cozinha! Duas mulheres de épocas diferentes, com desafios pela frente (rimou) buscando levantar a autoestima ao cumprir seus objetivos! O máximo pra quem, como eu, ama essas duas coisas: filmes e gastronomia ♥

Vocês conhecem outro filme sobre esses temas? Conta pra gente! Um beijo!

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Ju Ribeiro (ou simplesmente @poxaduli) é baiana, leonina, impulsiva, tem 18 anos e menos de 1,60m. Quando não está falando asneiras no twitter, está lendo sua pilha de livros que não acaba, assistindo uma das muitas séries não finalizadas ou falando sobre elas no blog (raciocinacomigo.com). E ah! Acha o máximo falar de si na 3ª pessoa!

Não, eu não vou escrever um post com High School Musical 1, 2 e 3 feat. O Desafio feat. A Fabulosa Aventura de Sharpay (apesar de ser apaixonada por todos, hahahaha). Nada disso. Nesse post, vamos falar de filmes que se você ainda não viu, garanto que não vai se arrepender de dar uma chance. Vem comigo conhecer 5 musicais que todo mundo deveria assistir!

♥ Burlesque

Assisti Burlesque pela primeira vez outro dia (sim, depois de muito tempo) e me encantei. Sou um pouquinho exigente com filmes e nem todos ganham o título de favoritos no meu coração. Mas Burlesque… É um filme incrível, apesar do romance previsível. Ali é uma garota de uma cidade pequena que se muda para Hollywood em busca de sucesso. Lá, ela conhece Cher, uma ex-dançarina de cabaré e dona de uma boate onde Ali começa a trabalhar e onde seus sonhos começam a virar realidade. Não sei explicar o sentimento que surgiu em mim durante as performances da Christina Aguillera. E os efeitos, os figurinos? Anota aí na lista de filmes à assistir: Burlesque.

♥ DreamGirls

Em DreamGirls somos apresentados à Effie White, Deena Jones e Lorrell Robinson, um grupo de R&B da década de 60 que começaram a carreira como backing vocals do cantor de soul James "Thunder" Early. O problema começa quando o empresário delas, Curtis Taylor, muda o nome do grupo para Dreamers e coloca Deena como o "rosto" e cantora principal do trio, deixando Effie (que tem a voz mais potente) de lado. E adivinhem só quem faz o papel da Deena? Isso mesmo, acertou quem disse Beyoncé. Aquela mesma, a da voz, corpo e cabelos maravilhosos, cuja única semelhança conosco é que o dia dela tem 24 horas e o nosso também. Mas a gente supera né?

♥ Cantando na Chuva

Podem dizer que estava demorando pra eu colocar um filme velho nessa lista! Desculpa, gente, tenho alma idosa, fazer o quê? Eu simplesmente amo Cantando na Chuva, o filme que eternizou o Gene Kelly. No longa, Don Lockwood e Lina Lamont são os astros mais famosos de Hollywood e toda a mídia aposta em um relacionamento entre os dois (o que não é real). Mas nessa época, em que o cinema era mudo, uma novidade eclodiu: o cinema falado. Don e Lian, então, precisam superar as dificuldades desse novo método e produzir um filme que se adapte a essa novidade se quiserem manter a fama que conquistaram. Se você ainda não viu esse filme, tenho certeza que já viu (ainda que ligeiramente) aquela cena do Gene cantando na chuva! I'm singin' in the rain, just singin' in the rain…

♥ Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet

Nesse filme, nosso eterno Capitão Jack Sparrow, Johnny Depp é Benjamin Barker, um homem que foi afastado de Londres por 15 anos pelo juiz sob acusações falsas, para que pudesse roubar sua esposa e sua filha. Acontece que depois de tanto tempo, ele volta da Austrália com o codinome Sweeney Todd desejando vingança. Pra isso, ele vai contar com a Sra. Lovett (interpretada pela maravilhosa Helena Bonham Carter) a dona de uma loja de tortas que vive às moscas. Sweeney volta a trabalhar como barbeiro em uma sala acima da loja e bem… o resto da história é cheio de sangue, homens mortos e tortas de carne deliciosas. Não recomendo pra quem tem estômago fraco, mas podem ter certeza que vale a pena ver Johnny Depp cantando. Afinal de contas, não podemos esperar pouco de um cara que já deu uma canja com Oasis e Pearl Jam, né?

♥ Grease: Nos Tempos da Brilhantina

Não poderia deixar esse filme de fora! Você pode nunca ter assistido Grease, mas provavelmente já ouviu Summer Nights (Tell me more, tell me more. Did you get very far?) ou sua mãe/sua avó já te disse que John Travolta era um "pão". O filme conta a história de Danny e Sandy, um casal de adolescentes muito apaixonados que sofre com a separação porque ela vai para a Austrália. Mas os planos mudam e eles acabam no mesmo colégio. Determinado a fazer tipo, Danny esnoba Sandy e o relacionamento fica meio bagunçado apesar deles se amarem muito. O filme é bastante clichê, mas vamos lá, é de 1978! A trilha sonora é ótima e as performances encantadoras. Se você, como eu, curte filmes mais antigos, recomendo muito!

Quais musicais vocês acham que também deviam estar nessa lista? Eu incluiria também Mamma Mia, Os Miseráveis, O Fantasma da Ópera, A Noviça Rebelde, O Estranho Mundo de Jack, Camp Rock… Ih, melhor parar por aqui, né? Hahahaha! Beijo ♥

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Ju Ribeiro (ou simplesmente @poxaduli) é baiana, leonina, impulsiva, tem 18 anos e menos de 1,60m. Quando não está falando asneiras no twitter, está lendo sua pilha de livros que não acaba, assistindo uma das muitas séries não finalizadas ou falando sobre elas no blog (raciocinacomigo.com). E ah! Acha o máximo falar de si na 3ª pessoa!

Preciso confessar que só queria ver esse filme por causa da Blake Lively (amo since Gossip Girl ♥) e só Deus pode me julgar. Quando comecei a assistir e vi que o par romântico dela era Michiel Huisman (ator de Orphan Black e Game of Thrones), meu coração deu várias cambalhotas de felicidade. Esse é um filme que você precisa assistir. Sério, precisa.

Adaline Bowman leva uma vida normal até sofrer um acidente de carro que, com uma combinação de fatores (bem loucos, aliás), faz com que ela se torne imortal. A partir daí, ela começa a viver muito isolada, não se deixando apegar a ninguém para evitar que seu segredo seja revelado e ela vire caso de estudo. A única pessoa com quem se relaciona diretamente é a própria filha, a quem vê envelhecer enquanto ela mesma continua com seus eternos 29 anos. Isso muda quando ela conhece Ellis Jones, um filantropo que reacende dentro da moça a vontade de se sentir viva e amada. Acontece que nem tudo são flores e apenas um fim de semana na casa dos pais do rapaz pode deixar a vida de Adaline de cabeça para baixo.

O filme, dirigido por Lee Toland Krieger, consegue mesclar drama, fantasia e romance. Como eu disse antes, os fatores que levam à imortalidade da Adaline são bem insanos, mas o próprio narrador brinca com essa irrealidade, criando uma explicação bem fundamentada (mas não chata) para tal acontecimento. O romance, foge um pouco do clichê ao qual já nos acostumamos. Desde os primeiros encontros do casal principal até a maneira como os homens e mulheres se entregam a seus relacionamentos, tudo é fora do comum, o que é muito bom. Por exemplo, Ellis é muito mais expressivo quanto a seus sentimentos que Adaline, assim como seu pai é com sua mãe. E ah! Preciso ser sincera e dizer que Blake Lively foi muito mais que Serena van der Woodsen e conseguiu interpretar uma Adelaine com características de quem nasceu em 1908, mas que foi se adaptando às "suas épocas".

Mas o que mais me chamou atenção nesse filme, é a mensagem principal. Adaline é uma mulher muito solitária e, por bastante tempo, ela acha que estar sozinha é a melhor forma de não conviver com a dor de perder alguém que goste, já que somente para ela o tempo nunca passa. Acontece que por mais que ela tente se esconder de seus sentimentos e criar uma armadura em torno de si, no fundo, a personagem sabe que a sensação de ter alguém em quem confiar é extremamente prazerosa. Não é necessário ou obrigatório, mas bom.

Contando com as atuações dos maravilhosos Harrison Ford e Ellen Burstyn, a trama levanta uma questão muito importante: Será mesmo que a imortalidade é tão maravilhosa? "A Incrível História de Adaline" é aquele filme que eu não me cansaria de assistir na Sessão da Tarde. Não é uma história complexa ou recheada de detalhes e efeitos especiais, mas vale o tempo dos apaixonados por romance ♥

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Ju Ribeiro (ou simplesmente @poxaduli) é baiana, leonina, impulsiva, tem 18 anos e menos de 1,60m. Quando não está falando asneiras no twitter, está lendo sua pilha de livros que não acaba, assistindo uma das muitas séries não finalizadas ou falando sobre elas no blog (raciocinacomigo.com). E ah! Acha o máximo falar de si na 3ª pessoa!

Oi, gente! Eu sou a Ju, a nova colunista do blog e vou estar aqui toda semana para falar com vocês sobre filmes!

Pra começar, trouxe para vocês os cinco melhores filmes estrelados por Julia Roberts, na minha humilde opinião!

Quando eu era mais nova, minha mãe assistia esse filme o tempo INTEIRO! É sério, chegava a ser insuportável. Mas um dia, eu dei uma chance e "Uma Linda Mulher" entrou na seção favoritos do meu coração. Nessa comédia romântica, Julia é Vivian Ward, uma prostituta que é contratada pelo rico empresário Edward Lewis para ser sua acompanhante em eventos sociais durante uma semana. Só que eles acabam se apaixonando e têm que lidar com a pressão de uma sociedade preconceituosa. Além de uma história incrível, o filme tem uma trilha sonora maravilhosa e prova disso é que só depois dele "It Must Have Been Love" da banda Roxette, virou sucesso. Sem contar que em 1991, Julia Roberts ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical! AWN ♥

Depois desse filme, o bairro Notting Hill, em Londres, nunca mais foi o mesmo! Nessa comédia romântica (sou a louca das comédias românticas sim, e daí? hahahahaha), Julia Roberts é Anna Scott, uma estrela de cinema que está em Londres para filmar um longa. É quando entra na livraria de Will (vivido por Hugh Grant lindo, maravilhoso, multiplica senhor!) e começa a se relacionar com ele, que ela vê a oportunidade de mudar de vida, já que ela acha que a fama a limita um pouco. É um filme lindo, de arrancar muitos suspiros e lágrimas (minhas né, porque eu choro por qualquer filme). E ah! Acho que agora dá pra entender porque que vão à Londres tirão fotos em frente a uma porta, né?

Assisti O Sorriso de Monalisa pela primeira vez quando estava na 5ª série. Eu amei desde o primeiro segundo e depois disso, já vi umas vinte vezes! Aqui, Roberts dá vida à Katherine Watson, uma professora de artes completamente liberal e com a mente aberta demais para os padrões da década de 1950. Acontece que Katherine começa a dar aulas em uma escola feminina e muito tradicional, onde as jovens americanas eram educadas a serem as melhores mães e esposas. Ela então tem a difícil missão de tentar ampliar os horizontes das alunas. Dos filmes da Julia Roberts, esse é o que eu mais gosto, sem dúvidas!

Esse eu fui buscar lá no fundo do baú! E sim, outra comédia romântica. Não é o que eu mais gosto, mas é com o qual eu mais me identifico, afinal, quem nunca esteve na friendzone, não é? (Eu sempre, inclusive). Em "O casamento do meu melhor amigo", Julia é Julianne (COINCIDÊNCIA, NÃO?? Ok, duas letras de diferença), uma mulher que certa vez combinou com Michael (seu melhor amigo) que se quando ambos fizessem 28 anos, ainda estivessem solteiros, eles se casariam. Mas só quando Michael liga avisando que está de casamento marcado com Kimberly e que a quer como madrinha, é que ela percebe que está apaixonada por ele. Aí que ferrou tudo, certo? Errado, porque Julianne está determinada a não deixar que esse casamento aconteça. Como eu amo esse filme, gentch ♥

Comer, Rezar, Amar é o mais recente e, dos cinco, o mais "diferente". Diferente porque não trata necessariamente de uma história de amor. Difícil? Eu explico. Elizabeth (personagem de Julia) resolve tirar um ano para viajar Índia, Itália e Bali para viver novas experiências, deixando marido, trabalho e amigos para trás, logo depois de perceber que sempre teve problemas amorosos. Ele é diferente dos outros porque a personagem principal vai em busca de auto conhecimento, felicidade plena e tudo isso. Eu acho bem legal, apesar de não ser dotado de grandes produções.

Acho que já deu pra perceber que eu não consigo escolher um favorito, né? Quais desses vocês mais gostam? Beijo!

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Ju Ribeiro (ou simplesmente @poxaduli) é baiana, leonina, impulsiva, tem 18 anos e menos de 1,60m. Quando não está falando asneiras no twitter, está lendo sua pilha de livros que não acaba, assistindo uma das muitas séries não finalizadas ou falando sobre elas no blog (raciocinacomigo.com). E ah! Acha o máximo falar de si na 3ª pessoa!