GERAÇÃO CONTATINHO | Isabela Freitas

Pra você que não aguenta mais falar de contatinho pra lá, contatinho pra cá, e acha que nasceu no século errado. Ou na geração errada. ➜ Compre meus...

Viajar é sempre bom, renova nossas energias, nos transforma em aventureiros, sem falar no milhão de descobertas que fazemos ao encontrar um lugar diferente. Mas como viajar se o cofrinho está vazio? Não se desespere, com essas dicas você irá economizar sem sentir dor no bolso e no final poderá viajar sem ter que fazer muito esforço!

1 – Diminua os rolês – Todo mundo gosta de sair né? Restaurantes, cinema, shopping. Mas é necessário fazer isso todos os fins de semana? Às vezes inovar é bacana. Tente mudar seus programas, fazer algo em casa, reunir a galera. Serão experiências novas e irá economizar uma boa grana, já que esses rolês são meio caros.

2 – Corte gastos extras – Sabe aquele pacote de TV que você assinou mas nem para em casa pra assistir? Você não precisa dele. Tem gente que tem pacote de TV, Netflix, entre outros e mal vê um programa na semana toda. É uma boa cancelar ou procurar pacotes mais em conta, já que você não assiste tanto e a viagem está em mente, né?

3 – Corte as brusinhas – Não estou falando para fazer todas virarem cropped e sim cortar os gastos. Estamos na era de economizar em roupas. Pra quê tanto cartão de loja? Você realmente irá usar todas essas roupas ou é apenas mania de comprar? Muitas roupas são compradas e esquecidas no fundo do armário e no final viram lixo.

4 – Troque o almoço em restaurante por uma marmita – Se no dia a dia você precisa almoçar fora, que tal levar sua comida de casa? Sai muito mais barato comprar um pacote de arroz, carne, macarrão e etc do que comprar almoço em restaurantes todos os dias. Além de ser mais saudável ,você ainda melhora os dotes culinários e a saúde agradece também!

5 – Troque o carrinho pela cestinha – no mercado compre o que realmente for necessário. Aqueles docinhos, biscoitos e extras são gostosos mas nem sempre fazem bem à saúde e na maioria das vezes o preço é lá em cima. Faça uma listinha do que realmente precisa e se mantenha firme.

6 – Arrume um cofrinho – fazer uma poupança é essencial! Sabe quando você guarda o dinheiro e nem lembra dele? Você acaba esquecendo, ou seja, não gasta!! Vai colocando na poupança os trocos, o que economizou seguindo as dicas, o que foi extra e quando você for olhar para viajar, terá bastante dinheiro!

7 – Faça um bazar – Olhe no seu armário: tem muita coisa que você não usa, né? Tá na hora de passar para frente! Faça um bazar online ou na rua de casa, o que não é útil para você será útil para outra.

Depois de seguir essas dicas, olhe seu cofrinho e estará pronto para viajar! E se for procurar um destino, confira esse post sobre viajar sozinha  ou esse sobre perfis do instagram para quem ama viajar.

 

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Técnica em Informática pelo Instituto Federal de Rondônia, estudante de moda na UFG, 22 anos e blogueira. Escrevo sobre moda, culinária, decoração, viagens e o que vier na cabeça no blog http://anastaciakaziuk.com.br/home Redes Sociais: @AnastaciaKaziuk


É cada vez mais comum as pessoas dizerem “eu não namoro nunca mais”. Os motivos são diversos e vão desde “ninguém presta” a “quero curtir a vida”. Confesso que por muito tempo fui um desses. Mas por que toda essa repulsa por relacionamentos, por se apaixonar e pelo amor?

Vamos analisar os motivos, as causas e finalmente, os culpados.

A maior parte dos seres humanos (se não todos) gosta sim de ter alguém ao seu lado, de saber que é importante para outra pessoa e sentir-se feliz apenas por estar em um relacionamento. O ser humano é um ser sociável e gosta da companhia de outros.

Então por que ocorre todo esse asco?

Porque praticamente todos nós já sofremos por amor. Já fomos traídos, enganados e iludidos. Já gostamos de quem apenas nos usou para sexo, status, diversão ou brincadeira. Fomos maltratados por pessoas que amávamos e deixados de lado por festas, outras pessoas ou trabalho. Tudo isso é muito para conseguirmos suportar, então, consequentemente, criamos uma barreira de proteção contra a dor.

Dor causada por algumas más experiências. Então colocamos essa barreira enorme entre nós e os relacionamentos e vivemos em festas, bebedeiras, em uma vida promíscua e vazia ou nos acostumamos com a solidão e criamos muitos gatos (pra deixar claro, eu crio só uma fêmea, chamada Tequila).

Isso vem somado a uma falsa ilusão de que estamos bem, usando de frases de autoafirmação, dizendo que somos extremamente felizes, que “eu não namoro nunca mais” e que é muito melhor ficar solteiro.

Outros, como eu fazia, argumentam que preferem a liberdade de poder fazer o que quiser, de não precisar dar satisfação e nem ter cobranças, ciúmes e brigas. Realmente, estando solteiros não temos nada disso, mas também não temos aquele sentimento de felicidade que ocorre apenas ao lembrar que temos alguém, por receber uma mensagem no whatsapp de bom dia ou boa noite ou apenas ao ver uma pessoa sorrindo ao te encontrar.

Mas também não temos o companheirismo, planos futuros, intimidade, o sexo cada vez melhor e alguém com quem crescer junto.

Estamos “muito bem” sozinhos, mas acabamos conhecendo alguém que parece ser diferente e resolvemos arriscar. Então, o que geralmente acontece depois de um tempo? O namoro acaba e nos machucamos novamente. “AGORA SIM QUE NÃO NAMORO NUNCA MAIS!”, dizemos.

No entanto, o que ninguém entende é que esse namoro não deu certo, em grande parte, por sua culpa. Isso mesmo, SUA culpa.

Como assim?

Com as feridas dos relacionamentos passados, tornamo-nos mais frios, deixamos de nos dedicar ao novo relacionamento com medo de que aconteça tudo novamente – que você se fira, sofra e se iluda.

No entanto, você está fazendo com que uma pessoa nova pague pelos erros dos seus relacionamentos fracassados anteriormente e por tudo que seu ex cometeu. Isso é algo inteligente a se fazer?

Ao entrar em um relacionamento já com proteções e “boicotando” a nova relação, quais as chances dele dar certo? Provavelmente VOCÊ será uma frustração para a nova pessoa e a contaminará com esse sentimento anti-namoro.

Outro ponto

Estando solteira (o), você faz dieta, entra na academia, “pinta seu cabelo, malha, malha e se valoriza”. Na fase da conquista, você se veste para a ele, arruma-se, usa o perfume que ele gosta. Namorando, passa a se descuidar, deixar as coisas pra lá. Sai com ele vestida de qualquer maneira, deixa de cuidar do corpo e para com a preocupação com a sua aparência. Ora, todo mundo quer um namorado(a) bonito, arrumado e que seja ao menos próximo da maneira que era quando o conheceu.

Solteiro você se cuida e quando encontra alguém especial, não? Qual o sentido disso? Não é agora que deveria se cuidar ainda mais?

O mesmo vale para a parte de se dedicar. Solteiro, você dá um jeito de sair na 5ª feira a noite para uma festa sensacional, mesmo que fique ferrada o outro dia inteiro. Namorando, se o aniversário de namoro ou alguma data especial cai numa 4ª, diz logo “vamos deixar pra comemorar no fim de semana, que temos mais tempo e aí não vou trabalhar cansada no dia seguinte”.

Solteira, paga R$250 num show e gasta mais R$100 em bebida. Namorando, não quer viajar no fim de semana porque precisa economizar.

Namora, mas continua flertando com outros (as), quando alguém com boa aparência passa, fica olhando. Enche a cara até cair, tem comportamentos de solteiro e quer que o parceiro fique feliz.

Ou seja, na maioria dos casos, você não se dedicou ao relacionamento e depois joga a culpa no coitado que foi corajoso o suficiente de encarar uma pessoa traumatizada por relacionamentos.

A competição

Mais um fator primordial para o fracasso dos relacionamentos atuais é a competição gigantesca e simplesmente patética existente entre homens e mulheres.

Um quer provar que é melhor e que não precisa do outro. Em redes sociais, é o que mais vemos. No dia dos homens, são mulheres falando mal de todos nós. No dia da mentira, mulheres nos parabenizando. No dia das mulheres, homens postando fotos de cozinha ou materiais de limpeza (ok, isso é engraçado haha). Mas o fato é que essa competição não deveria existir.

Os homens precisam das mulheres tanto quanto as mulheres precisam dos homens. Não se deve ficar querendo ser mais poderoso que o outro sexo e provar que não está nem aí para ele. E isso infelizmente afeta também os relacionamentos. É a namorada causando ciúme no namorado, o namorado brigando porque ela tem amigos, ela chorando em casa com o telefone na mão, mas não ligando para ele para ficarem bem, pois prefere ser orgulhosa. Pra que tudo isso? É uma batalha sem vencedores.

O casal acaba, os dois vão pra balada e ficam logo com outras pessoas para “se vingar”. Sinceramente, as pessoas estão evoluindo intelectualmente, mas “emburrecendo” no lado sentimental. Se existe uma competição entre namorados, deveria ser para quem consegue fazer o outro mais feliz. Deveríamos justificar uma surpresa ou presente para o outro por algo que essa pessoa te fez primeiro e não ficar sem atender quando uma parte quer pedir desculpas e se acertar porque o ele foi grosseiro anteriormente ou sair porque o outro fez alguma besteira.

Chega dessa competição infantil! Se você entra em um relacionamento, que seja para ser o (a) melhor namorado (a) do mundo e não a pessoa mais indiferente e controladora.

Também, ninguém mais sabe conversar sobre problemas. Ninguém sabe ouvir o outro. Quando algo te incomoda é mais fácil gritar, brigar e desligar na cara do que falar como se sente com certa atitude. E quando você conversa, ainda corre o risco da pessoa dizer que você está fazendo drama. Sem conversa, como há de existir solução?

O que temos é um conjunto de pessoas que agem como cafajestes (homens e mulheres) e são péssimos namorados, reclamando que ninguém presta. E realmente quase ninguém presta, começando por você – e a maioria de nós –  que, ao ler esse texto, encontrou familiaridades. Alguns jogam a culpa nos outros, quando os maiores errados são eles mesmos.

Vamos parar culpar outras pessoas pelas nossas próprias frustrações. Parar de estragar nossos novos relacionamentos ou fazer novas pessoas pagarem pelos erros dos cafajestes do passado. Vamos nos purificar, virar pessoas que se amam (mas se amam de verdade, não aquele falso “eu adoro a minha vida” postado em redes sociais quando se sente só), mas pessoas que admitem seus erros e evoluem a partir deles. Que olham primeiramente para si mesmos e tentam corrigir-se antes de jogar seus problemas em cima de outra pessoa e a responsabilizando quando a relação não deu certo.

Lembre-se: “Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo” – Pitágoras.

Antes de dizer que ninguém presta, passe a prestar. “Preste” deixando de lado todos seus medos e frustrações. Dedicando-se a um novo relacionamento de corpo e alma, como se fosse o primeiro. Seja feliz! Aí será mais fácil encontrar outra pessoa que “presta”.

Então pare de ter medo, repulsa ou ódio de relacionamentos. Existem relacionamentos bons e ruins e muitas vezes nós fazemos eles serem ruins. Se você alguns namoros ruins, não significa que os seus próximos não serão bons.

Veja os seus erros, melhore-os. Assim que estiver preparada, encontrará alguém tão preparado como você. Ninguém precisa de outro alguém para ser feliz, mas que é bem melhor ser junto de alguém que vale a pena, é 🙂

Adaptado do post originalmente postado aqui

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Consultor de relacionamentos. Fala a realidade "na lata", sem mimimi ou enrolação. Conta a mais pura e simples verdade, doa a quem doer. Criador do blog Cérebro Masculino. Envie sua dúvida para: contesuahistoria@alexandrechollet.com que ela pode ser respondida aqui no blog :)


“Se você não for difícil, ninguém vai te querer.”

“Mulher de verdade é difícil.”

“Nenhum homem dá valor para mulheres fáceis!”.

Essas e outras frases são repetidas constantemente em revistas, sites, programas de TV e até em conversas.  Também muito se ouve por aí que uma mulher precisa ser difícil para atrair as melhores pessoas do sexo oposto. Dizem que homens não gostam de mulheres fáceis, que você tem que jogar, deixa-lo esperando, fazê-lo correr atrás e mais um monte de baboseiras.

Veja, eu até concordo que você precise ser difícil para conquistar os melhores homens, no entanto, o meu conceito de “difícil” é um pouco diferente do que se tem por aí…

O que é exatamente ser difícil?

Pra mim, ser difícil significa ser uma pessoa que sabe o seu valor e que não está disposta a sair e se relacionar com qualquer um. É uma pessoa que possui altos padrões e que exige isso em um parceiro.

Por exemplo, você quer se relacionar com um homem honesto, gentil, que tenha bom papo, te valorize, trabalhe e que tenha vida própria, que saiba te dar atenção na medida certa, não demais nem de menos.

Se um playboyzinho de merda — daqueles que usam o dinheiro do papai e pedem mesas na balada, enchem de bebidas e tentam comprar mulheres com isso — se aproximar, você vai dar um fora instantaneamente, pois ele não cumpre os seus padrões.

Se você prefere um homem seletivo e um cara que você já viu pegando 3 na mesma balada iniciar uma conversa, você a encerra, porque não é isso que você procura…

Isso é ser difícil. É ser seletiva, saber o que quer e não aceitar nada menos que isso.

Agora, o grande problema que vejo são as meninas fazendo joguinhos ou se fazendo de difíceis.

O que é se fazer de difícil?

É simples, é você estar interessada em alguém e fingir que não está. É fazer joguinhos, demorar pra responder quando ele te chama no whatsapp, é demonstrar indiferença, deixar parecer que não está nem aí pra ele.

E isso atrai homens? Depende o que você considera um homem. Se pra você é alguém do sexo masculino, pode até atrair um mais inseguro ou um moleque… Agora se você considera homem um cara de valor, confiante, bem sucedido, alguém que também possui altos padrões, a resposta é um belo NÃO!

Os melhores homens sabem exatamente quando uma mulher está jogando e nada quebra mais a atração que isso. Pra um “bom partido”, uma mulher que joga não passa de uma criancinha mimada, alguém infantil com quem não vale a pena perder o seu tempo.

Pra ele, uma mulher faz joguinhos porque acredita que as suas qualidades não são boas o suficiente para estar com alguém como ele. E ele não quer uma mulher assim. Ele quer uma mulher confiante, uma mulher decidida, que sabe o que quer e vai atrás disso. Ele quer uma mulher que sabe o seu valor.

E, principalmente, ele quer sentir que foi escolhido entre os outros milhares de homens que têm por aí. Quer saber que cumpre os seus requisitos de homem. De novo: quer se sentir escolhido.

Ele não vê problema nenhum se você tomar a iniciativa, chama-lo pra sair, beija-lo primeiro ou até transar de cara. Na verdade, adora isso. Ele só precisa sentir que isso foi só com ele e não com todo mundo.

Grave as palavras seguintes:

Quando encontrar um homem que atinja os seus padrões, não tem mais sentido em “ser difícil”, ou como prefiro, se fazer de difícil.

Eu não estou dizendo pra sair se declarando ou escolhendo os nomes dos filhos ou o seu vestido de noiva. Mas para demonstrar interesse. Para chama-lo pra sair e após um encontro dizer que gostou de conhecê-lo. Para, em uma festa ou balada, ser gentil e simpática. Para esquecer joguinhos.

99,9% das mulheres que saí e eram extremamente atraentes — não estou falando só da aparência externa, mas do interior também, o pacote completo — ou me chamaram para sair, foram totalmente receptivas quando iniciei uma conversa com elas ou até, no fim da balada, disseram: “anote o meu telefone pra você ligar e a gente marcar algo”.

Na hora você fica : “Uau! Ela é confiante e tem iniciativa!”

Esse é o tipo de mulher que um homem quer. Uma que sabe o seu valor, que escolheu um homem entre milhares e que não tem necessidade de fazer joguinhos.

Já uma mulher que não gosta de si mesma, que não tem padrões, precisa dos joguinhos porque acha que não é o suficiente pra ele. Parece que ela não acredita que o cara possa estar interessado e por isso precisa dificultar as coisas. E te digo uma coisa: insegurança é brochante.

Então, a minha recomendação seria:

Defina os seus padrões, veja o que você quer em um homem. Quando encontrar algum que cumpra tudo que quer, esqueça joguinhos, pare de se fazer de difícil ou fingir desinteresse.

O máximo que vai conseguir é acabar o interesse dele…

Lembre: seja difícil na hora de escolher alguém, não quando encontra-lo.

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