GERAÇÃO CONTATINHO | Isabela Freitas

Pra você que não aguenta mais falar de contatinho pra lá, contatinho pra cá, e acha que nasceu no século errado. Ou na geração errada. ➜ Compre meus...

Escute enquanto lê:


Meninas, não precisam ficar tímidas. Sério! Podem entrar com calma, podem se acomodar em algum sofá gostoso – ou como algumas preferem, em uma cadeira de computador com os pés em cima da estante – e começar a leitura. Eu não pretendo expor podres, bebedeiras, micos, boys, brigas ou provocar nenhum chororô por aí, tá? Mas se rolar, rolou. Eu precisava escrever sobre elas, não somente para agradecê-las por todos os mínimos detalhes, mas também para que vocês, que estão aí lendo, notassem o quão sortudas são por ter – nem que seja uma delas – como parte de vocês.

Elas, as verdadeiras musas inspiradoras deste texto, são meu time. Sim, meu time, porque sem elas eu não ganho e nem perco nenhuma partida. Nós jogamos juntas, seja lá o que tivermos que jogar. Nos apoiamos na hora do cansaço, seguramos a barra umas das outras e quando tudo parece pesado demais, mostramos em gestos simples que o peso pode ser dividido em vários ombros. Não servimos apenas pra gargalhar, não. Mesmo que na hora da risada, sejamos tão descontroladas. Servimos pra limpar as lágrimas também, pra entrar na frente na hora da confusão e roubar a briga, tomar as dores, abraçar bem forte quando o medo é grande e claro, ajudar a catar os pedacinhos do coração partido.

Elas são a família que eu pude escolher. Aquelas que me acolhem quando tudo no mundo desaba, que me entendem quando eu mesma não me entendo, que cuidam de mim nos piores momentos, que se importam o suficiente pra fazer as pazes sempre. Elas são todas muito diferentes – até mesmo as que são gêmeas, conseguem não se parecer. Elas mantém suas características marcantes e se destacam no meio de uma multidão, te garanto. Elas são de momentos distintos da vida e de lugares que eu não imaginei encontrar amor, mas encontrei. Todas elas entraram na minha vida de uma forma única, mesmo aquelas que são meu grupinho desde que me conheço por gente.

Acho engraçado porque elas estão todas muito presentes, mesmo em meio ao caos. Eu olho pra todas elas na minha cabeça, e penso que queria poder colocá-las em potinhos para sair carregando comigo por todos os lugares lindos que eu conhecesse. Sei que todas elas veriam a mesma paisagem de formas diferentes, que cada uma notaria uma coisa que eu mesma não iria perceber. Vejo o quanto cada abraço, cada cheiro e cada voz me encanta de uma maneira. Percebo que elas, me ensinaram a amar e a viver em todas as intensidades. Cada uma do seu jeitinho, no seu tempo, com o seu aprendizado. Cada uma me ensinou um pouquinho e de pouquinho em pouquinho, eu aprendi muito.

Notei com o tempo, que elas começaram a representar partes do grande significado de amizade. Elas se tornaram um quebra-cabeça que se montou sozinho e que me deixou muito, mas muito exigente mesmo quando o assunto é se doar pra alguém. Elas, que se tornaram exemplos do que uma amizade deve ser, começaram a deixar muita gente no chinelo. Eu, que observei tudo tão de pertinho, aprendi que não preciso de mais nada no mundo, se tiver 1/3 do que essas doçuras me ofereceram com o tempo.

Aprendi com o tipo A, o que é ter resiliência. Aprendi que o amor não precisa correr, e que a pressa é mesmo inimiga da perfeição. Aprendi que nem tudo na vida precisa ser perfeito, e que por muitas vezes, não é mesmo – por mais que ela, queira mesmo que tudo se encontre no seu devido lugar. Aprendi o que é perdoar e aprendi que em muitas situações, é a melhor coisa que posso oferecer para o outro e principalmente, pra mim. Aprendi a dividir minhas gordices, meus anseios e minha luz própria.

Aprendi com o tipo M o que é ser persistente, por mais que ela viva dizendo que desiste de tudo muito fácil. Aprendi que você não precisa ver alguém todo dia pra tê-lo em seu coração todas as horas. Aprendi a me levantar, a me defender e a escrever textões. Aprendi que nem tudo na vida vai acontecer da forma que eu desejo, que às vezes tudo vai dar errado MESMO, não vai ter saída e eu vou precisar chorar em posição fetal por algumas horas, mas que está tudo bem – mesmo quando não está. Aprendi que representatividade é importante, mas que mais importante ainda, é saber que eu posso me levantar depois de uma queda.

Aprendi com o tipo T – até agora não sei porquê ela escolheu essa letra – o que é lutar. Não, ela não é muito forte fisicamente, mas por dentro, puta que pariu, viu. Aprendi que as maiores brigas às vezes acontecem dentro da gente, mas que podemos vencer cada batalha. Aprendi que existe sim uma Blair Waldorf pra minha Serena Van Der Woodsen e que ela nunca iria ser tão bem representada quanto é por ela. Aprendi que brigamos muito com quem a gente ama porque nos importamos. Aprendi com ela a me jogar sem pensar duas vezes, mesmo que eu morra de medo da queda. Aprendi que nem sempre as palavras consolam, mas que ter alguém pra te ouvir do outro lado da linha faz milagres. Aprendi a ir contra tudo e todos pelo que eu quero, e aprendi que mesmo dando errado, vai ter sido uma bela de uma caminhada. Aprendi a me posicionar e que mesmo sem dizer nada, eu posso ser uma rainha – com coroa sim, viu. Aprendi que nem toda dor de cabeça é compartilhada, mas que a maioria das minhas, é sim. Aprendi o que é amor.

Aprendi com os tipos P e L que ohana realmente significa família. Aprendi a compartilhar risadas, lágrimas e a segurar bem forte quando tudo parecer perdido. Aprendi que em alguns momentos é preciso levar o outro no colo, quando ele não conseguir terminar a corrida, porque vocês dois irão ganhar. Aprendi a compartilhar conquistas, histórias e medos. Aprendi que o amor às vezes é tão puro que transparece nos olhos. Mas também aprendi que por vezes, ele se esconde e você precisa ir um pouco mais fundo pra enxergar. Aprendi que gosto de ouvir áudios grandes no WhatsApp, que sempre é válido mandar a foto da roupa antes de sair e que às vezes, ouvir sermão faz parte SIM.

Aprendi com o tipo C que nem todo príncipe encantado foi feito pra você, mas que toda bebedeira tem um final feliz – ou não. Aprendi que mesmo que o amor não venha em um cavalo branco, se torne um sapo e viva postando fotos com as novas namoradas no instagram, você ainda pode se divertir pra valer e mostrar pra ele que você é bem melhor. Aprendi a ter auto-estima, a me amar e a curtir como se não houvesse amanhã. Aprendi também o que é cuidar e que se eu precisar, é só ligar. Aprendi que aquela história de que “pode me ligar de madrugada” é verídica. Aprendi que amizade às vezes te segura quando você sente que vai cair – ou cai junto com você.

Aprendi com o tipo B que nem sempre a conquista vem rápido, mas que se você continuar tentando, os sonhos viram mesmo realidade. Aprendi o que é ser Bela por dentro e por fora. Aprendi o que é não virar as costas, o que é continuar lá por alguém mesmo que você se sinta sozinho. Aprendi que nunca estamos sozinhos, e que o conforto de um abraço é tudo o que precisamos nos dias de frio. Aprendi a rir mesmo que eu queira chorar. Aprendi a dançar mesmo que meu corpo doa. Aprendi que a vida bate, e dói. Mas que somos fortes o suficiente pra nos mantermos em pé, e continuarmos a luta. Aprendi que existe beleza até mesmo na escuridão.

Aprendi com o tipo R que perdas nunca são fáceis, mas que nos tornam mais fortes. Aprendi o que é ter força de vontade com um mundo inteiro contra você. Aprendi a ter menos medo do futuro, porque eventualmente, fica tudo bem. Aprendi que relacionamentos não são mais importantes que amizades. Tipo, nunca. Aprendi que ter coração grande às vezes machuca, mas que de qualquer forma, vale a pena. Aprendi a dar a cara a tapa sim, mas transformar o roxo em branco. Aprendi a não desistir mesmo que doa, doa pra caralho. Aprendi que em muitos momentos, um olhar já basta pra você se sentir bem. Aprendi a me sentir confiante, livre e independente, mesmo que alguém queira me puxar pra baixo.

No fim, aprendi que em todos os tipos, eu encontrei um lar e fiz minha casa. Aprendi que não preciso ser uma amiga perfeita pra ser uma amiga melhor a cada dia, e aprendi que em todos os momentos – todos mesmo – eu vou ter alguém pra me dar a mão. Aliás, terei muitas mãos. Aprendi que a vida pode tentar me derrubar quantas vezes ela quiser e eu permanecerei de pé. Aprendi que todo tipo de amor é válido, desde os mais brutos até os mais calmos. Que nem sempre precisamos ser número par, que o ímpar também dá sorte. Aprendi a somar e dividir alegrias e tristezas. Aprendi que amizade é quase um casamento SIM, só falta a aliança.

Obrigada a todos vocês, minhas irmãs de alma, por me ensinarem tantas coisas lindas, e no meio de todas elas, me divertirem tanto. Obrigada por segurarem a minha barra nos momentos difíceis, por muitas vezes, tomarem as rédeas da situação para que eu me sinta protegida. Obrigada por serem minhas mães quando necessário, e por serem minhas filhas, quando precisam também. Obrigada por cada segundo vivido até hoje. Vocês são meus exemplos do que é estar lá por alguém. Obrigada por serem as protagonistas dos meus livros, dos meus textos e por serem personagens tão fodas na história da minha vida.

Feliz dia do amigo pra todas, eu amo vocês infinito.

E ah, se você tem uma melhor amiga que se encaixa em algum tipo descrito acima, marca ela aqui, vai. A vida é um sopro, e não podemos perder a oportunidade de nos declararmos todos os dias pra quem amamos.

 

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20 anos de muita história para contar, autora do blog duzentaslinhas.com.br, residente do país das maravilhas e escritora nas horas vagas - nas outras também. Geminiana, sonhadora, avoada, estudante de psicologia, especialista em matérias impossíveis e completamente apaixonada por pessoas, flores e tudo que há de belo no mundo. Acredita em fadas, sereias e em um amor que cura todos os males. Quer conversar comigo pelas redes sociais? Fácil, só me chamar em @duzentaslinhas  Ou quer desabafar secretamente? Me chama no snap duzentaslinhas ou pode me mandar sua história pelo e-mail duzentaslinhas@gmail.com (juro que sou boa em conselhos)  


Eu não sei vocês, mas eu sou aquele tipo de gente que quando entra no instagram, não sai mais. Eu fico horas rolando a página pra cima e pra baixo em busca das novidades. Fotografias compartilham momentos e eu sou uma colecionadora de memórias. Mas, depois que eu descobri que dá pra compartilhar amor nas fotos, eu pirei de vez. Agora, eu tô viciada em perfis de blogs, afinal, tem coisa melhor do que acordar de manhã e se deparar com uma imagem pra lá de inspiradora? Não tem!
Pensando em vocês, selecionei os perfis que eu mais clico no dia-a-dia. Eles ficam comigo durante as bads, os momentos felizes, os momentos apaixonados e claro, durante o tédio. Algumas frases tem poder de mudar sua vida, então não perca. Vem comigo, vem…

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20 anos de muita história para contar, autora do blog duzentaslinhas.com.br, residente do país das maravilhas e escritora nas horas vagas - nas outras também. Geminiana, sonhadora, avoada, estudante de psicologia, especialista em matérias impossíveis e completamente apaixonada por pessoas, flores e tudo que há de belo no mundo. Acredita em fadas, sereias e em um amor que cura todos os males. Quer conversar comigo pelas redes sociais? Fácil, só me chamar em @duzentaslinhas  Ou quer desabafar secretamente? Me chama no snap duzentaslinhas ou pode me mandar sua história pelo e-mail duzentaslinhas@gmail.com (juro que sou boa em conselhos)  


Eu preciso confessar que seu sorriso me deu onda sim, sua presença me entorpecia e me fazia sentir completamente dependente de ti. Achei que não precisava mais de nada, só de você. Se eu pudesse, teria me enrolado, enroscado e me grudado em você. Achei que eu te amava e que esse amor seria suficiente e supriria todas as outras necessidades.

Que burrice, rapaz.

Você nunca foi capaz de suprir nada e nem deveria. Eu sempre fui uma mulher independente, resistente e que sabia cuidar muito bem do próprio nariz. Mas é aquela velha história, né? Se você não tem alguém com quem dividir sua cama de casal, então você não é bem sucedida. Eu acreditei nessa baboseira, mesmo que meu sorriso fosse muito mais largo do que o seu um dia foi. Acreditei que meus sonhos, minhas metas e todas as minhas realizações eram pequenas perto da obrigação de ter alguém pra dormir de conchinha.

Por isso, você apareceu. Seu cabelo desgranhado, sua fama de desleixado e todas aqueles pensamentos malucos de revolucionar me fizeram acreditar que talvez você fosse o cara certo. Te imaginei de terno no altar, acredita? Pois é, guri, nem eu. Eu que nunca havia nem pensado em comprar um vestido de noiva, me vi fuxicando revistas em busca de inspirações pra esse casamento que nem ia acontecer.

Você dividiu as contas comigo. Mas na verdade, eu nunca nem precisei de alguém pra isso. Você me fez acreditar que sua vida de solteiro havia parado em mim. Me fez acreditar, assim como todos os outros, que eu precisava me portar de outra forma também. Me pediu pra parar de dançar até o chão, jogou fora meus vestidos coloridos e me impediu de usar meu batom vermelho preferido. Se tornou o perfeito babaca que todos esperavam que você fosse se tornar.

Começou a pensar em alianças também, mas nem era porque queria dividir a vida comigo não, era porque queria marcar seu território. Começou a notar que o mar não combinava tanto assim contigo, que as ondas eram perigosas demais pra um cara como você e que o violão também não lhe pertencia mais. Achou que sua banda de garagem era coisa de adolescente deprimido, resolveu ouvir sua mãe, que queria que você fosse um engenheiro. Achou que me amava, não foi? Pensou que esse amor supriria todas as outras necessidades.

Que burrice, rapaz.

Nós tivemos uma paixão intensa, daquelas bem insanas com uma música eletrônica de fundo. Nós nos beijávamos como se pudéssemos explodir um mundo inteiro dentro de nós dois. Era uma atração tão forte, que eu não me imaginava em outro lugar mais seguro do que os seus braços. Nós curtimos os amigos, as festas e aquelas noites inacabáveis na sua cama de solteiro na casa dos seus pais. Nós vivemos até que paramos de viver. Você deixou de achar meu cabelo tingido tão atraente, começou a achar que meu trabalho não era tão profissional assim, começou a implicar com as amigas que não namoravam e resolveu que nosso relacionamento feliz precisava de regras.

Que burrice, rapaz.

Mas não culpo você. Eu também achei que precisávamos mudar tudo,  inclusive a minha casa. Achei que você podia ser um ótimo pai de família quando te aceitaram naquela empresa chique. Achei mesmo que minhas amigas solteiras deveriam procurar um cara com você. Você achava que seus amigos deveriam procurar uma mulher como eu. Culpa dessa sociedade louca que acha que tudo precisa de um rótulo. Dessa pressão absurda pra sermos o que não somos. Culpa nossa, em ter ouvido os outros, deixado de curtir nossa praia, sua melodia e meu cabelo rosa.

Criamos uma família despreparada que nunca deveria ter sido uma, até que acabou. Você não é mesmo um cara de negócios, seus sonhos vão além das fronteiras. Você sempre foi esse sujeito  de cabelo jogado e se você soubesse o quanto ficava gato, nunca teria cortado. Eu nunca fui uma mulher de poucos amigos. Eu gosto de conversar, de escrever, de sair por aí cantarolando de braços dados com as minhas companheiras de balada – ou melhor, de vida. Meus sonhos nunca se limitaram a ter alguém pra amar, até porque, eu amo bastante gente.

Meu fechamento nunca foi você, mozão. Você foi apenas um passageiro nesse trem louco que é meu coração. Você foi alguém pra compartilhar histórias, emoções e apenas uma cama de SOLTEIRO. Eu sempre fui meu próprio fechamento. Me perder nunca foi uma opção, até que me perdi.  Minhas metas vão muito além do que qualquer um imagina e eu sinto muito por ter deixado tanta coisa pra trás nessa caminhada torta. Eu não preciso de você, nem você de mim. Fomos apenas uma onda – baita de linda – que se quebrou.

Eu voltei a usar meu cabelo do jeito que eu gosto, meus vestidos coloridos ainda fazem parte do meu armário e eu descobri que ainda sou mulher suficiente pra escolher o que eu quero ou não viver. Ninguém aqui é obrigado a criar nada que não queira criar só porque a sociedade dita que é o certo. Meu padrão de felicidade nunca foi parecido com o dos outros mesmo. Então quer saber? Que se dane. Eu tô bem pra caramba, sabia? Adoro sair pra comer, jogar conversa fora e poder me esparramar no meu sofá com um pacote de biscoitos. E eu adoro o fato de poder pensar em você como um caso muito imperfeito que eu tive a honra de viver.

Você foi meu amor de rave. Mas a gente? A gente não se ama e nem se amava. Foi só isso. Que burrice a nossa de pensar que deveria ser mais do que era.

E ah, eu descobri que quero sim ter filhos um dia, me casar numa praia paradisíaca e acreditar na história de que existe uma alma gêmea *que não precisa ser tão parecida comigo* me esperando por aí. Eu descobri que eu quero SIM ter alguém pra dividir minha vida, mas aprendi com você, que só vou deixar isso acontecer quando eu dividir também o meu coração. Quando for espontâneo, quando for um desejo, quando eu notar que AMO aquele alguém que vai me amar como eu sou também.

E quer saber? Eu não gosto mais de você – nem você de mim – fazer o que? Resolvemos nos amar.

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20 anos de muita história para contar, autora do blog duzentaslinhas.com.br, residente do país das maravilhas e escritora nas horas vagas - nas outras também. Geminiana, sonhadora, avoada, estudante de psicologia, especialista em matérias impossíveis e completamente apaixonada por pessoas, flores e tudo que há de belo no mundo. Acredita em fadas, sereias e em um amor que cura todos os males. Quer conversar comigo pelas redes sociais? Fácil, só me chamar em @duzentaslinhas  Ou quer desabafar secretamente? Me chama no snap duzentaslinhas ou pode me mandar sua história pelo e-mail duzentaslinhas@gmail.com (juro que sou boa em conselhos)  

Outro dia você me contou que não acredita naquele lance todo de “pessoa certa na hora errada”, não falei nada, mas eu acredito. Não tô dizendo que…